quarta-feira 11 2026

A MAÇÃ BONITA POR FORA E O PAÍS FERIDO POR DENTRO

 


É pena haver tanta ignorância sobre o passado. Pior ainda é quando essa ignorância é escolhida. Portugal foi, demasiadas vezes, um povo espezinhado: primeiro por uma monarquia absoluta, depois pela Inquisição, e mais tarde por uma ditadura que durou quarenta e oito longos anos e travou o progresso do país.

Conhecemos esses tempos. E é precisamente por os conhecermos que devemos dizer, sem rodeios: não queremos voltar lá.
Houve fome, analfabetismo, medo. Houve um país fechado sobre si próprio, empobrecido, vigiado, amordaçado. Houve uma guerra colonial absurda, travada para defender o que não era nosso, onde muitos jovens morreram e muitas famílias ficaram para sempre destruídas. Houve mais de um milhão de portugueses forçados a emigrar nas décadas de 50 e 60, rostos marcados pelo desespero, lágrimas silenciosas nas estações e nos portos, partidas sem regresso garantido.
Tudo isto teve um nome e um regime. Um ditador que não olhou a meios para manter o poder e um sistema que esmagou um povo inteiro.
Apesar de não ter vivido plenamente esses tempos, tenho a obrigação moral de os conhecer, através da história, dos registos, dos testemunhos. Porque a memória não é um luxo: é um dever cívico. E porque a história, quando é esquecida ou relativizada, tem um péssimo hábito de se repetir.
A capa da TIME de 22 de julho de 1946 é disso um exemplo notável. António de Oliveira Salazar surge retratado ao lado de uma maçã viçosa, mas carcomida por dentro. A legenda não deixa margem para dúvidas:
“Portugal’s Salazar: Dean of Dictators – How Bad is the Best?”
A metáfora escolhida pelo editor Percy Knauth e pelo correspondente em Lisboa, Piero Saporiti, expunha ao mundo aquilo que cá dentro muitos já sentiam: uma ditadura que parecia ordeira à superfície, mas que gerava uma terra melancólica de pessoas empobrecidas, confusas e assustadas.
E como é óbvio, será desnecessário dizer, que Salazar detestou a “gracinha”.
Ditadores detestam espelhos. Detestam imprensa livre. Detestam quem lhes retire a máscara.
Hoje, quando se ouvem vozes a relativizar, a branquear ou até a saudosizar esse passado, convém lembrar esta imagem. Convém lembrar as galochas na lama de ontem e as lágrimas nas malas de cartão. Convém perguntar, com toda a clareza: queremos mesmo voltar para trás?
A resposta só pode ser uma.
Não.
Nunca mais.
Porque a democracia pode ser imperfeita, ruidosa e exigente, mas é infinitamente mais digna do que qualquer maçã bonita por fora e podre por dentro.

João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

COZINHA COM HISTÓRIA – SABORES QUE TOCAM O CORAÇÃO


 Cada receita da Dorzitas é feita com amor, memórias e simplicidade. No blogue "Cozinha com História", encontra sobremesas fáceis, económicas e cheias de alma, que sabem a casa, a família e a bons momentos.

Visite, experimente e deixe-se envolver por sabores que contam histórias e aquecem o coração.
Porque confecionar sobremesas é partilhar amor.

Visite e delicie-se:



ARCPaço · 🥹 𝐎 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚𝐫 𝐝𝐞 𝐭𝐮𝐝𝐨

 


A quarta-feira de cinzas é significado de despedida de dias intensos, o finalizar de algo único, onde já num sentimento de nostalgia, começa o desejo que o próximo carnaval chegue rapidamente.

🍴 𝐁𝐀𝐓𝐀𝐓𝐀𝐃𝐀 🍽
Num último convívio, as associações do Paço e do Rossio realizam em cada uma das suas associações, num clima de convívio e boa disposição, a tradicional batatada com bacalhau e o belo do azeite.
🎭 𝐐𝐔𝐄𝐈𝐌𝐀 𝐃𝐎 𝐄𝐍𝐓𝐑𝐔𝐃𝐎
É aqui que se efetiva o adeus, onde o Rossio nas 4 Esquinas e o Paço no Pelourinho, entre uma breve procissão, lágrimas, umas últimas palavras, e a queima do entrudo, fazem a despedida do carnaval num momento cheio de emoção e de saudade.

Restaurante Zé Pataco · 𝟒𝟗 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚 | 𝟏𝟏 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝟏𝟗𝟕𝟕

 


9 anos se passaram desde que, no centro de Canas de Senhorim, nasceu um pequeno espaço comercial chamado “O Zé Pataco”.

Foi neste dia que José Santos e Madalena Santos, um jovem casal cheio de sonhos, abraçaram com garra e determinação o projeto das suas vidas. Desde o primeiro momento, colocaram o coração em tudo o que faziam, transmitindo também aos seus filhos o verdadeiro bichinho da restauração.
Ao longo dos anos, “O Zé Pataco” tornou-se muito mais do que um simples espaço comercial. Tornou-se um verdadeiro ponto de encontro, um local de lazer, amizade e diversão, onde os clientes são recebidos como família e onde se vive um pouco de tudo.
Com o crescimento do negócio e do carinho de quem o frequentava, surgiu a mudança para novas instalações, mais abaixo na Rua do Comércio, mantendo sempre a mesma essência e o mesmo espírito que o viram nascer.
𝟒𝟗 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐩𝐨𝐫𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐫 𝐫𝐞𝐟𝐞𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐚́𝐯𝐞𝐢𝐬, 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐮́𝐧𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐞 𝐦𝐞𝐦𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐢𝐧𝐞𝐬𝐪𝐮𝐞𝐜𝐢́𝐯𝐞𝐢𝐬.
𝐁𝐞𝐦 𝐡𝐚𝐣𝐚 𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞, 𝐚𝐧𝐨 𝐚𝐩𝐨́𝐬 𝐚𝐧𝐨, 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐢𝐛𝐮𝐞𝐦 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐬𝐭𝐞 𝐬𝐨𝐧𝐡𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐞 𝐯𝐢𝐯𝐨 𝐞 𝐚 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐫 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚.

Presidente da Câmara Municipal de Nelas eleito como membro da nova Comissão Permanente do Conselho Regional da CCDR Centro – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

 


O Presidente da Câmara Municipal de Nelas foi hoje, 10 de fevereiro, eleito como membro da nova Comissão Permanente do Conselho Regional da CCDR Centro – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.

Joaquim Amaral é um dos 7 elementos eleitos da Comissão Permanente do Conselho Regional do Centro, na qualidade de vogal, um órgão constituído por 4 autarcas da região centro, a representante das Universidades (Reitora da UBI), representante dos Politécnicos (presidente do Politécnico de Leiria) e o Presidente da Câmara do Comércio e Indústria do Centro.
O Mandato é de 4 anos.
📍𝗡𝗼𝘃𝗮 𝗖𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗮̃𝗼 𝗣𝗲𝗿𝗺𝗮𝗻𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗼 𝗖𝗼𝗻𝘀𝗲𝗹𝗵𝗼 𝗥𝗲𝗴𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗖𝗖𝗗𝗥 𝗖𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼:
Presidente – Daniela Capelo, presidente da Câmara Municipal de Pinhel
Vice-presidente – António Ribeiro, presidente da Câmara Municipal de Seia
Vice-presidente – António Franco, presidente da Câmara Municipal da Mealhada
Vogal – Joaquim do Amaral, presidente da Câmara Municipal de Nelas
Vogal - Ana Paula Duarte, reitora da Universidade da Beira Interior
Vogal – Carlos Rabadão, presidente do Instituto Politécnico de Leiria
Vogal – José Couto, presidente da direção Câmara de Comércio e Indústria do Centro

Página Folhadal


 Já reservou o dia 1 de Março para estar presente na inauguração da exposição Caminhos para uma Enciclopédia Viva no Folhadal? A antiga Escola Primária dita dos rapazes, no Largo do Cabeço, está a ficar linda

Folhadal

Opinião de Robson Costa


"Registou-se uma discrepância numa das freguesias, onde os resultados divergiram do padrão dominante."

Sim, concordo com a discrepância...

Nessa freguesia, trabalhamos muito por nosso povo...

Respeitamos o nosso povo...

Vivemos a cultura do nosso povo...

O nosso povo, está cansado do padrão dominante que explora, desvaloriza, desmotiva e maltrata a todos.

O nosso povo mais velho, colaborou na construção de Portugal, e são desvalorizados quando chega o momento de suas reformas e do atendimento médico...

O nosso povo mais jovem, está indo embora de Portugal, não aguentam mais "o padrão massacrante e destruidor implantado no país.

Esse povo, optou por dizer CHEGA do padrão dominante que destrói Portugal e o seu povo.


𝐏𝐢𝐬𝐜𝐢𝐧𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐚𝐬𝐬𝐢𝐧𝐚𝐥𝐚 𝐨 𝐂𝐚𝐫𝐧𝐚𝐯𝐚𝐥 𝐜𝐨𝐦 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐚 𝐚𝐧𝐢𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞 𝐝𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚̃𝐨 𝐚𝐪𝐮𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚!

 


No âmbito das festividades carnavalescas, o Município de Nelas através dos seus Serviços de Desporto - Município de Nelas, promove no sábado, 14 de fevereiro de 2026, um conjunto de atividades especiais de Carnaval na Piscina Municipal Coberta.

Atividades destinadas dos 2 aos 100 anos, e de entrada gratuita, esta fantástica festa desafia todos os participantes a mergulharem nesta ideia.
Venha festejar o Carnaval connosco!
Mais informações:
Serviços de Desporto do Município de Nelas
Piscina Municipal Coberta
📞 924 265 850
✉️ geral.desporto@cm-nelas.pt

Carlos Rodrigues - A Estratégia de Sofia

 


A Sofia entrou na última corrida autárquica ao Município de Nelas como quem entra num baile de gala antes de saber se foi convidada. Convicta da vitória ,não por excesso de dados, mas por abundância de autoconfiança ,apostou cedo numa campanha que se quis diferenciadora, elevada, quase etérea. Tão etérea, aliás, que os projetos concretos nunca chegaram a aterrar. Houve floreados, houve pose, houve discurso ensaiado para plateias imaginárias. Faltou apenas o essencial: um plano sério para o concelho.

Quando os votos foram finalmente contados, a realidade revelou-se menos impressionável do que o espelho. A derrota foi clara, mas o destino, esse guionista irónico, ofereceu-lhe um prémio de consolação, Manuel Marques era eleito por milagre estatístico e Joaquim Amaral ficava sem maioria absoluta. Não por mérito do PS, nem por genialidade estratégica da candidata, mas por pura ironia do acaso, essa força política que não consta nos boletins de voto.
Sofia viu ali uma janela de oportunidade. Não para construir, mas para bloquear. Não para propor, mas para condicionar. E assim desenhou a sua estratégia, areia na engrenagem, entraves cirúrgicos, pressão constante. A ideia era simples e, na sua cabeça, brilhante, tornar a governação tão difícil que, a certa altura, o próprio executivo acabaria por vê-la como solução. A única solução, claro.
No seu cálculo político, bastaria mostrar “serviço”, exibir uma liderança de vitrina e aguardar pelo convite salvador para integrar o executivo como vereadora, por benevolência do presidente. Afinal, na sua lógica, todos os bloqueios impostos deixavam Joaquim Amaral refém de uma maioria acidental, tão instável quanto providencial para as suas ambições pessoais.
Chegou mesmo a passar-lhe pela cabeça e não poucas vezes, a possibilidade de ocupar o lugar de segunda vereadora, substituindo a vereadora eleita. Na sua impáfia narcísica, julgava controlar as suas tropas eleitas e acreditava que esse cenário lhe permitiria exercer um poder quase presidencial, impondo regras, marcando território, reescrevendo o guião. Seria, na sua visão, a consagração sem eleições.
Mas o brilho, quando é excessivo, também cega. E foi cega que cometeu o primeiro erro grave, votar contra a primeira alteração orçamental. Um gesto político, sem dúvida, mas também um problema sério de gestão para o município. Foi aí que Joaquim Amaral percebeu que governar quatro anos com uma oposição tão volátil quanto nitroglicerina seria um exercício de alto risco. A qualquer momento, tudo poderia explodir.
Ficou claro que o motor daquela estratégia não era o interesse do concelho, nem o seu desenvolvimento, mas objetivos pessoais bem mais opacos. Perante a perigosidade da situação, o presidente decidiu agir. O compromisso assumido, o de não aumentar os custos do executivo, terá pesado, e explica a demora. Mas não agir teria custos incomensuravelmente maiores para Nelas.
Hoje, a governabilidade será reposta. Sem sobressaltos, sem jogos de bastidores, com condições para cumprir as linhas programáticas essenciais de um projeto que ainda vai a meio, mas que tem rumo e destino. E agora, finalmente, poderemos avaliar a estratégia de Sofia à luz do dia, ou aproveita esta oportunidade real para demonstrar valor político efetivo, ou voltará a defraudar as expectativas que criou junto dos seus seguidores, partindo depois à procura de um desafio “maior”, algures onde a realidade seja mais tolerante com a retórica.
Quanto a Joaquim Amaral, não deverá sofrer de crises de consciência. A decisão tomada serve, acima de tudo, os interesses do concelho de Nelas e dos seus munícipes. Esse é o compromisso maior, assumido livremente há quatro anos, quando decidiu candidatar-se. Tudo o resto é ruído, mas o ruído passa, e o trabalho fica.

José Poço – O Olhar do Fotógrafo

 




Reflexão de Fernanda Lopes

 


BOM DIA

Nem tudo o que ê precioso precisa ser mostrado. Às vezes, o maior sinal de maturidade no relacionamento é o silêncio… não a exposição. Quando estás bem com alguém, proteger a relação ê mais importante do que provar a felicidade para o mundo. Porque nem todos os olhares são de admiração… alguns carregam inveja, outros julgamento e outros energia negativa. Relacionamentos fortes e verdadeiros não precisam viver de “likes” mas de conexão, respeito e cuidado. Sabes… quem ama protege… quem entende preserva. Pensa nisto…!!! Um dia muito feliz para todos sempre com Deus no coração

terça-feira 10 2026

"Silvy Crespo a Preto e Branco”

 

imagem é do Elliott Erwitt e data de 1953.

UMA VIAGEM DE SABORES ENTRE A ÁUSTRIA E A AMÉRICA, À MESA DA MADEIRA E PÓVOA DE SANTO ANTÓNIO

 


Quando o talento sai do gabinete e entra na cozinha, o resultado só pode ser extraordinário. O Presidente do Governo Regional da Madeira, Dr. Miguel Albuquerque, surpreendeu com um verdadeiro festival de sabores: um clássico Schnitzel austríaco, dourado e crocante, acompanhado por uma fresca e elegante salada Waldorf de inspiração americana.

Uma combinação improvável, mas perfeita. Um prato que conquista à primeira garfada, onde tradição, criatividade e paixão se encontram no prato.
Quem provou, sabe: estava simplesmente divinal.
Obrigado, Sr. Presidente, por esta deliciosa partilha e por nos mostrar que a boa gastronomia também é uma forma de unir pessoas e culturas.
Pode continuar… nós agradecemos!
Uma Santa e Feliz Noite, muita e tranquilidade, fiquem bem!

𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢́𝐩𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐫𝐞𝐮́𝐧𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐝𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐔𝐋𝐒 𝐕𝐢𝐬𝐞𝐮 𝐃𝐚̃𝐨 𝐋𝐚𝐟𝐨̃𝐞𝐬 𝐞 𝐯𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐬𝐚𝐮́𝐝𝐞 𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨

 


Na passada sexta-feira, dia 6 de fevereiro de 2026, a Direção do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Viseu Dão Lafões, esteve presente no município para uma reunião de trabalho e de esclarecimento sobre o ponto de situação das obras que estão a decorrer nas unidades de saúde familiar do concelho, bem de outros assuntos pertinentes ao seu funcionamento, e à qual se seguiu uma visita, no sentido de se promover um diálogo aberto e construtivo com os profissionais de saúde.

Em Nelas foram visitadas a USF Estrela do Dão (sede), a UCC Nelas com Mais Saúde, bem como os serviços da USP e da URAP, e em Canas de Senhorim, as obras de requalificação da USF Coração da Beira (sede).
Este primeiro contacto presencial do Conselho de Administração da ULSVDL, com o Município e as unidades locais, traduz-se numa ação de proximidade, cooperação institucional e melhoria contínua da qualidade dos cuidados de saúde, num contexto marcado pela transferência de competências para o Município.

Carlos Silva De visita ao “Planetário do Porto” II

 






Adelaide Poço · Viseu á noite.

 


Artista Luís Daniel Almeida

 


Artista Luis Daniel Almeida

PS Concelhia de Nelas · Parabéns Sr. Presidente Dr. António José Seguro!

 


No concelho de Nelas, os resultados oficiais das eleições presidenciais de 2026 mostram que, na segunda volta, António José Seguro obteve 4 031 votos, face aos 2 351 votos do seu adversário, num total de 6 662 votantes.

Um resultado claro que confirma uma vantagem expressiva de Seguro no nosso concelho, refletindo um forte apoio local a um projeto assente na moderação, no diálogo, no respeito pelos valores consagrados na nossa constituíção, no respeito pela diversidade e pluralidade, e no equilíbrio institucional.
Os resultados mostram que estamos aqui em linha com o panorama nacional — onde António José Seguro venceu com cerca de 66,7% dos votos, contra aproximadamente 33,3% — Nelas acompanhou de forma significativa essa preferência maioritária também a nivel distrital.
Apesar de a maioria das freguesias ter seguido esta tendência nacional e distrital, registou-se uma discrepância numa das freguesias, onde os resultados divergiram do padrão dominante. Uma diferença que deve ser lida com serenidade e contexto, refletindo dinâmicas locais próprias, sem pôr em causa o sentido global e inequívoco do voto no concelho.
O povo é sábio e soube escolher de forma a preservar pelo que tanto lutou, e a que preço, e pelo que tanto custou a construir!


𝐃𝐨𝐢𝐬 𝐂𝐚𝐫𝐧𝐚𝐯𝐚𝐢𝐬, 𝐅𝐨𝐥𝐢𝐚 𝐚 𝐃𝐨𝐛𝐫𝐚𝐫, 𝐧𝐨 𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐃𝐚̃𝐨, 𝐞𝐦 𝐂𝐚𝐧𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐢𝐦 𝐞 𝐞𝐦 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬. 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢́𝐩𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐚𝐩𝐨𝐢𝐚 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐂𝐚𝐫𝐧𝐚𝐯𝐚𝐢𝐬 𝟐𝟎𝟐𝟔

 


Foram assinados os Protocolos de colaboração entre o Município e as quatro Associações que organizam o Carnaval e Marchas Populares no Concelho. O apoio mantém o montante financeiro protocolizado, o reforço do apoio logístico e de todas as despesas de licenciamentos, policiamento, licenças musicais e direitos de autor, festividades extra de angariação de receitas, entre outras.

Na totalidade são 60.000 euros atribuídos às quatro Associações recreativas e culturais – ADRC Cimo do Povo Nelas e Associação Recreativa e Cultural do Santo António - Bairro da Igreja, as duas de Nelas, e ARCPaço e União Cultural e Recreativa do Rossio, ambas de Canas de Senhorim – 15.000 euros a cada uma, apoio reforçado com a enorme organização logística necessária à boa execução dos trabalhos de preparação dos corsos e carros alegóricos, bem como das Marchas Populares. Um valor acrescido desde o ano de 2024 (o subsídio manteve-se inalterável desde 2007 até o ano de 2024) ao que se junta o pagamento de todos os licenciamentos subjacentes à organização do Carnaval, como a licença de Pass Music e SPA Direitos de Autor, policiamento da GNR, sinalética, transportes, promoção e comunicação exterior, valores que ascendem cerca de mais 20.000 euros. Conforme o compromisso assumido em 2024 pelo Presidente da Câmara, em 2027 haverá nova atualização similar à de 2024.
Na assinatura dos Protocolos, o Presidente da Câmara Municipal, Joaquim Amaral, destacou o papel fundamental das Associações na dinamização cultural do território e na continuidade das tradições locais, sublinhando que estas festividades representam não só momentos de celebração e convívio, de perpetuação da nossa memória coletiva, mas também uma importante alavanca para o desenvolvimento do comércio local, da economia, da cultura e do turismo. o Edil enalteceu ainda o excelente trabalho desenvolvido e empenho das Associações, reafirmando a importância das mesmas na promoção do território e que muito dignificam o Concelho.
Os Corsos Carnavalescos saem às ruas nos dias 15 e 17 de fevereiro de 2026, em Canas de Senhorim e em Nelas, e prometem muita folia e diversão, centenas de figurantes, carros alegóricos, muita música, humor e animação, a dobrar.
Venha visitar-nos e divertir-se no Coração do Dão.