sexta-feira 13 2026

Paula Campos 2 h · Tons de Primavera

 




Artista Aires Santos pinta POR AÍ FORA

 




Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS


 Lembro-me muito bem que, em casa dos meus familiares, tinham igualzinho a este da fotografia, só que maior... Quem se lembra de que, em décadas já tão distantes, se usavam este suporte para colheres?!

Fascinante a escolha da Marisa Monteiro


 

Reflexão de Benjamim Abrantes

 


O caminho fez-se para ser caminhado, mas são as pessoas que fazem o caminho. São as pessoas que escolhem a forma como querem caminhar. Há pessoas que caminham para abrir caminho, há pessoas que seguem as pisadas dos outros, há pessoas que caminham para pisar os outros. Há pessoas que querem ser levadas ao colo. Há pessoas que caminham para tirar os outros do caminho. Há pessoas que caminham descalças e nunca desistem. Há pessoas que caminham sem nunca olhar para trás e há pessoas que caminham sem nunca deixar ninguém para trás. Há pessoas que caminham só para chegar primeiro, pessoas que indicam aos outros o caminho errado. Há pessoas que caminham só para deixar marcas no chão. Há pessoas que estão sempre a caminho, mas nunca chegam. E há pessoas que marcam o caminho por onde passam. Estas marcas nunca se apagam.

lado.a.lado
Bom dia...

quinta-feira 12 2026

As escolhas de Benjamim Abrantes


 Todos nós somos semeadores. A nossa vida é o terreno que vamos cultivando. Nem sempre o que deitamos nesse terreno dá o fruto que esperamos, às vezes há chuvas repentinas que nos molham por dentro e não é fácil vir à tona do desespero. Mas é assim a vida de um semeador, não pode escolher as tempestades que quer enfrentar. Pode, no entanto, escolher as sementes que deita à terra. Pode escolher deitar à terra sementes de luz e de conforto, e não sementes de discórdia ou de inveja. Pode escolher deitar à terra sementes como aves e fazer voar a esperança. Pode escolher deitar à terra sementes como barcos e fazer navegar o sonho. Pode escolher deitar sementes como canções e fazer ouvir o coro universal do amor. Pode escolher. Aquilo que pode escolher será a forma como a terra o recordará.

lado.a.lado

MÁRIO ZAMBUJAL: PARTIU O HOMEM, FICOU O SORRISO DA NOSSA CULTURA

 


A cultura portuguesa despede-se hoje de uma das suas figuras mais queridas e marcantes. Partiu Mário Zambujal, aos 90 anos, mas a sua presença permanecerá viva na memória coletiva de várias gerações que cresceram a ler, a ouvir e a sorrir com o seu talento.

Alentejano de raiz, nascido em Moura, Mário Zambujal trouxe sempre consigo aquela forma única de olhar para o mundo: serena, irónica, inteligente e profundamente humana. Era um contador de histórias por natureza, alguém que tinha o raro dom de observar as pessoas e transformá-las em personagens inesquecíveis.
O grande público conheceu-o sobretudo através do romance Crónica dos Bons Malandros, publicado em 1980, uma obra que rapidamente se tornou um clássico da literatura portuguesa contemporânea. A história, marcada por humor fino e um retrato delicioso da sociedade portuguesa, viria mais tarde a ganhar vida também no cinema e na televisão.
Mas a sua carreira não se limitou à literatura. O jornalismo foi, na verdade, a sua primeira grande paixão. Trabalhou em alguns dos mais importantes órgãos de comunicação social portugueses, como RTP, A Bola, Record, O Século e Diário de Notícias.
Ao longo de décadas, construiu uma carreira sólida, marcada pela inteligência, pelo humor e por uma enorme capacidade de comunicação. Quem o ouviu na rádio ou o viu na televisão lembra-se da sua voz tranquila e da forma cativante com que contava histórias.
Escreveu romances, crónicas, guiões para televisão e textos de teatro. Sempre com a mesma assinatura: uma mistura rara de ironia, sensibilidade e alegria de viver.
Em reconhecimento pela sua carreira, recebeu distinções importantes, entre elas a nomeação como Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, uma homenagem ao contributo que deu à cultura e à comunicação em Portugal.
Hoje despedimo-nos do homem, mas não do legado. Porque escritores como Mário Zambujal deixam muito mais do que livros, deixam uma forma de olhar o país, as pessoas e a própria vida.
À sua família, amigos e leitores, fica uma palavra de solidariedade e respeito.
Até sempre, Mário Zambujal.
Porque há pessoas que partem fisicamente…
mas continuam a viver nas histórias que nos ensinaram a contar.
Fiquem bem!

Conceição Sacramento Monteiro - Inteligente, Único, Autêntico e Humano, adeus Presidente Marcelo! - III

 






AbcNelas Coração Do Dão · 🩷Para assinalar o Dia da Mulher

 


Para assinalar o Dia da Mulher, tivemos um pequeno gesto de reconhecimento para com as atletas femininas de andebol.

🌹Foram entregues flores como forma de agradecimento por toda a dedicação, o esforço e a paixão com que representam diariamente o clube e a modalidade.
Um gesto simples, mas cheio de significado para quem tanto dá dentro e fora de campo.
𝐹𝑒𝑙𝑖𝑧 𝐷𝑖𝑎 𝑑𝑎 𝑀𝑢𝑙ℎ𝑒𝑟! 🌼
𝐎 𝐀𝐁𝐂 𝐒𝐎𝐌𝐎𝐒 𝐓𝐎𝐃𝐎𝐒 𝐍𝐎́𝐒

Pedi e fiz um acordo com a Fotógrafo 77


Este nosso espaço está recheado de muitos temas e na fotografia tambem. Temos a Paula Campos, as escolhas da Marisa Monteiro, o fotografo José Poço para alem de fotos de viagens de colaboradores nossos. Esta parceria é uma mais valia para o nosso espaço. Visite-o e siga-o. Em breve irão começar as publicações do Fotógrafo 77


Visite e siga:

𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐃𝐚̃𝐨, 𝐛𝐞𝐫𝐜̧𝐨 𝐝𝐞 𝐠𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐞𝐱𝐜𝐞𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚

 


Parabéns 𝐃𝐢𝐨𝐠𝐨 𝐑𝐨𝐜𝐡𝐚, 𝐂𝐡𝐞𝐟 𝐄𝐱𝐞𝐜𝐮𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐝a 𝐌𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐞 𝐋𝐞𝐦𝐨𝐬, embaixador do “𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐃𝐚̃𝐨”, pela renovação da 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐞𝐥𝐚 𝐌𝐈𝐂𝐇𝐄𝐋𝐈𝐍 e pela continuidade da 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐞𝐥𝐚 𝐕𝐞𝐫𝐝𝐞, atribuídas ontem na 𝐆𝐚𝐥𝐚 𝐝𝐨 𝐆𝐮𝐢𝐚 𝐌𝐢𝐜𝐡𝐞𝐥𝐢𝐧 𝟐𝟎𝟐𝟔, que teve lugar no Funchal (Madeira), distinções que premeiam as melhores práticas na restauração.

Diogo Rocha especializado nas áreas da Gastronomia e Sustentabilidade no Turismo, detém, hoje, um percurso notável e ímpar, com a afirmação da sua identidade na gastronomia regional, nacional e internacional. Renova com distinção, pelo 7º ano consecutivo, a estrela Michelin, um reconhecimento de excelência que sustenta a sua dedicação incansável à arte da culinária.
Pilar da nossa gastronomia e embaixador da nossa identidade, Diogo Rocha contribui para a promoção do território e para a valorização dos produtos locais. As suas conquistas são motivo de celebração para todo o Município de Nelas e um incentivo para continuarmos a apostar na qualidade e na excelência da nossa gastronomia e a elevar os sabores do Dão.
O Município de Nelas reitera as suas felicitações ao Chef Diogo Rocha, e a todos os agentes que trabalham para elevar a gastronomia do nosso concelho a um patamar de excelência e que é cada vez mais procurado. A oferta de experiências gastronómicas de memórias e emoções, valorizam a riqueza dos nossos produtos e da cozinha tradicional. Parabéns!

Os mortos de Algalé

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O monumento conta a tragédia que ali ocorreu em novembro de 1833, mas tem gravados nomes que, soube-se mais tarde, conseguiram escapar com vida ao massacre. Catorze anos depois, as ossadas dos desgraçados ainda se encontravam espalhadas pelos campos.

 

João da Costa Passos nem queria acreditar quando os seus trabalhadores lhe contaram o que haviam encontrado quando lavravam as terras para as próximas sementeiras, na Herdade de Algalé, ali a meio caminho entre Alcácer do Sal e o Torrão. O macabro achado era constituído por dezenas de caveiras e outros ossos humanos que então se puseram à luz do dia.

Não foi muito difícil chegar-se à conclusão que tais despojos deveriam pertencer a um grupo de militares que, 14 anos antes, contava-se, tinham sido fuzilados sem dó nem piedade por aquelas paragens, no que ficou conhecido como o massacre de Algalé.

alcacer do sal.PNG

Foi um dos episódios mais brutais da guerra entre absolutistas e liberais, que dividiu o nosso País durante dois anos, opondo, respetivamente, os defensores de D. Miguel e os partidários da Carta Constitucional e de D. Pedro. Tudo aconteceu logo após a chamada Batalha de Alcácer do Sal, durante a tenebrosa noite de 4 de novembro de 1833.

Dois dias antes, 1500 homens das forças liberais, liderados pelo Tenente-Coronel Francisco de Paula Botelho de Moraes Sarmento, mal treinados e pior equipados, foram derrotados pelas tropas absolutistas, chefiadas por José António de Azevedo Lemos.

Enfrentaram-se na zona da Barrosinha, às portas de Alcácer do Sal. Os absolutistas mostraram a sua superioridade, empurrando os adversários em direção ao rio, que em vão tentaram atravessar. A maior parte dos homens ficaram atascados no lodo ou morreram afogados logo ali.

Os que foram feitos prisioneiros distribuíram-se segundo as patentes que ostentavam – soldados para um lado e oficiais para outro – pelos edifícios da cadeia e do grande armazém que era então o espaço onde hoje se situa o Arquivo Municipal, junto à praça da vila.

No dia seguinte, amarrados uns aos outros, foram obrigados a seguir caminho. Eram cerca de 450, mas enquanto os praças seguiram para Campo Maior, os militares de mais alta importância foram conduzidos em direção a Beja. Pernoitaram em Porto Rei e continuaram até à zona de Algalé.

Aí, foram barbaramente executados. Um a um, viram os seus companheiros tombarem e agonizarem no chão, enquanto eram atingidos por um pelotão de seis soldados absolutistas. Foi uma carnificina.

É provável que ainda estivessem vivos quando foram enterrados, praticamente à superfície, porque não havia tempo nem disposição para abrir uma vala suficientemente grande para acolher 26 pessoas. É possível que tivessem acabado devorados pelos animais selvagens – nomeadamente lobos – que existiam por estas paragens.

Quando, em meados de 1847, as ossadas foram encontradas, João da Costa Passos e o pároco de São Romão do Sadão, Joaquim de Santa Maria Lopes, entenderam que os restos mortais deveriam ser sepultados em solo sagrado, pois a sua permanência naquele local não honrava a memória daquelas pessoas.

obelisco 2.png

Pediram autorização ao Governador Civil do Distrito de Lisboa para assumir essa tarefa e tal pretensão foi concedida.

Acontece que, nem na igreja de São Romão, nem no cemitério local encontrei evidência desse enterramento, pelo que tudo aponta para que tenham sido reunidos todos numa vala mais funda, sobre a qual se ergueu, anos depois, um obelisco que evoca a tragédia vivida.

O monumento, que ainda ali se encontra, foi durante algum tempo local de romagem, onde até o rei D. Pedro V esteve, prestando a sua homenagem aos que assim morreram na guerra que acabaria por ser ganha pelos liberais, o que fez subir ao trono o seu avô, D. Pedro IV e, logo depois, a sua mãe, D. Maria II.

No obelisco, são as palavras do escritor e poeta António Feliciano de Castilho que resumem a tristeza do se passou:

“Aqui de tua pátria defensores

Tragárão do martirio, inteira a taça!

Viandante, leva as lagrimas e as flores;
Lê só! Dobra o joelho, adora e passa!”

 

À margem

O obelisco de Algalé tem gravados os nomes de “Diogo José Vieira de Noronha, Corregedor de Beja pelo governo da usurpação e Inácio dos Montinhos, Alferes dos Realistas, pelo mesmo governo”, apontados como os mandantes do massacre. Ali se leem, na pedra manchada pelos anos de exposição ao tempo e às intempéries, os nomes dos 29 desgraçados mortos.

Quando o monumento foi erguido, provavelmente não se sabia que três dos homens que viajavam naquele grupo condenado escaparam à má sorte dos demais, embora um deles tenha igualmente aparecido morto, mas noutro local.

O esclarecimento é dado por um dos sobreviventes, Francisco José de Almeida, que tinha à época 24 anos e, nas suas memórias, conta como tudo aconteceu.

Retrato_de_Bulhão_Pato_(1883)_-_Columbano_Bordalo

Explica que se salvou porque caiu nas boas graças de Diogo José Vieira de Noronha, apelando a uma antiga amizade em comum.

Com ele, escapou também um outro jovem, de apelido Silva, de Alcácer do Sal, porque era filho da família em cuja casa as tropas absolutistas se haviam instalado.

Durante a noite passada em Porto Rei, Noronha deixou-os fugir, até lhes deu dinheiro e um guia que os acompanhou parte do caminho.

A muito custo, famintos, enregelados, feridos pela dificuldade e extensão do caminho que percorreram a pé, conseguiram chegar a Setúbal.

O outro nome erradamente gravado é o de Deodato Zuzarte de Mattos, que terá sido assassinado à facada pelo próprio Noronha noutro ponto do caminho. Essa é, pelo menos, a convicção do escritor Raimundo de Bulhão Pato (na imagem), que conta o episódio num dos seus volumes de memórias. 

Quem somos nós para duvidar?

Muito, aliás, haveria para contar a partir das memórias deste escritor que conheceu meio mundo, mas não cozinhou ameijoas.

Mas isso sao, certamente, outras histórias...

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MUDANÇA - Este post também já pode ser lido aqui: O Sal da história – Crónicas da história. Aventuras, curiosidades, insólitos, ligações improváveis… Heróis, vilões, vítimas e cidadãos comuns, aqui transformados em protagonistas de outros tempos. a nova casa deste blog, ainda em processo de mudança. Sejam bem-vindos à nova morada das histórias com sal.

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Nota: esta história, com muito mais detalhe e informação, pode ser lida no meu livro, “Mas isso é outra história…” à venda no site do Grupo Editorial Divergência e já em Ebook .

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Fontes

Bulhão Pato, Memórias – Homens políticos; Tomo II, Lisboa, Typographia da Academia Real das Sciências, 1894.

Francisco José de Almeida, Apontamentos da vida de um homem obscuro; A regra do Jogo, Edições, Coleção Reler nº2; Lisboa; mar.1985

Arquivo Municipal de Alcácer do Sal, PT/AHMALCS/CMALCS/EXTERNO/03/001

Gazeta de Lisboa nº7, 09.01.1832

 

Imagens

O obelisco de Algalé, Arquivo Municipal de Alcácer do Sal, AHMALCS-CMALCS-FOTOGRAFIAS-01-0794,

O obelisco de Algalé, Arquivo Municipal de Alcácer do Sal, AHMALCS-CMALCS-FOTOGRAFIAS-01-1267.

Alcácer do Sal – George Landmann, Historical, Militar and Picturesque Observations on Portugal, T. Cadell and W. Davies (impr.) Londres, 1818, Biblioteca Nacional de Portugal.

Batalha de Santarém que põe fim à Guerra Civil entre liberais e miguelistas, 1834, Reprodução da Livraria Duarte de Sousa sobre gravura, Arquivo Municipal de Lisboa, PT/AMLSB/CMLSBAH/PCSP/004/NEG/02/N82310.

 

Raimundo António de Bulhão Pato – Wikipédia, a enciclopédia livre

Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS


 Nas aldeias e vilas portuguesas de outras décadas, eram raro não haver quintais nas casas. Criavam-se galinhas alguns coelhos e porcos, quase sempre eram os miúdos os encarregados de dar comida e cuidar destas criações, mas era grande a alegria de avistar os ovos dentro do galinheiro. E digo que, "estas fotografias antigas tocam-me imenso... Verdadeiras recordações da minha infância rural na casa dos meus avós"...




𝐀𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐧𝐬𝐢𝐛𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 | 𝐔𝐬𝐨 𝐒𝐮𝐬𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚́𝐯𝐞𝐥 𝐝𝐞 𝐏𝐫𝐨𝐝𝐮𝐭𝐨𝐬 𝐅𝐢𝐭𝐨𝐟𝐚𝐫𝐦𝐚𝐜𝐞̂𝐮𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬

 


Decorreu ontem, dia 11 de março de 2026, nas Oficinas Municipais, uma ação de sensibilização sobre o uso sustentável de produtos fitofarmacêuticos, com o objetivo de abordar procedimentos, normas de segurança e boas práticas na sua utilização, reforçando a importância de uma aplicação responsável, segura e ambientalmente sustentável.

A sessão contou com a presença dos Presidentes de Junta, bem como dos aplicadores autorizados de cada freguesia e do Município, tendo sido partilhadas informações úteis para garantir uma utilização eficaz e em conformidade com a legislação em vigor, abordados conceitos fundamentais e regras gerais de segurança associadas ao manuseamento e aplicação dos produtos.
Esta iniciativa pretende promover práticas seguras e responsáveis que salvaguardem a saúde pública, a proteção do ambiente e a correta gestão destes produtos na sua aplicação.

Catarina Fonseca e a sua máquina