domingo 15 2026

MARÍTIMO DÁ SHOW EM VIZELA E SONHA COM A SUBIDA

 


O Club Sport Marítimo conquistou uma vitória clara, justa e convincente fora de casa, ao vencer o FC Vizela por 3-0, na 22.ª jornada da Liga Portugal 2 Meu Super.

Foi um triunfo da equipa mais determinada, mais organizada e mais eficaz.
Num jogo inicialmente equilibrado, o Marítimo mostrou maturidade, inteligência tática e espírito de sacrifício. Soube sofrer quando foi preciso e foi letal quando encontrou espaço.
O primeiro golo surgiu aos 49 minutos, por Paulo Henrique, após um excelente cruzamento de Butzke. Apesar da verificação do VAR, o golo foi validado, fazendo justiça ao que se passava em campo.
O Vizela tentou reagir, mas encontrou sempre um Marítimo sólido, concentrado e unido.
Na reta final, a superioridade madeirense tornou-se evidente. Aos 79 minutos, Peña Zauner ampliou a vantagem, e apenas dois minutos depois, Carlos Daniel fechou o marcador, após assistência de Tejón.
Resultado final: 0-3.
Sem discussão.
Uma vitória construída com:
- Garra
- Disciplina
- Qualidade
- Espírito coletivo
Três pontos preciosos numa competição extremamente equilibrada, onde cada jogo é uma batalha.
CAMINHO AINDA É LONGO, MAS A FÉ É GRANDE
Ainda falta muito campeonato.
Nada está ganho.
Nada está decidido.
É preciso continuar com humildade, foco e trabalho.
Mas esta equipa mostra que acredita.
Que quer.
Que luta.
E os adeptos merecem.
Nunca desistiram.
Acompanham a equipa para todo o lado.
Estão sempre presentes, faça chuva ou sol.
UM ANO ESPECIAL, UM SONHO MAIOR
Este é também o ano do centenário do histórico título de 1926.
Cem anos depois, o Marítimo quer voltar a dar uma grande alegria aos seus.
A subida é o objetivo.
A Primeira Liga é o lugar natural do Marítimo.
Com esta atitude, este compromisso e este coração… tudo é possível.
FORÇA, MARÍTIMO!
Rumo à subida.
Rumo ao lugar que é vosso.
Obrigado pela atenção.
Um abençoado domingo, com muita saúde, tranquilidade e felicidades!
Fiquem bem!

Robson Costa · Empreender é decidir todos os dias.


 Decidir levantar cedo.

Decidir fazer melhor.
Decidir não desistir.
Com o olhar no futuro e os pés no chão, construo cada passo com Razões, dedicação, responsabilidade e visão.
Não é apenas sobre...
É sobre servir bem.
É sobre honrar cada passo na caminhada.
É sobre transformar trabalho em realização.
Sigo em frente, aprendendo diariamente com propostas reais.
Sempre.

Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS

 


Escrevi este texto sobre como me sinto ao ser uma emigrante em terra estranha, acompanhando estas fotografias da emigração dos anos 60 do arquivo de documentários da RTP... Nas malas de cartão, cabia o mundo inteiro e o medo de o perder. Era um adeus demorado, onde o lenço branco acenava a uma terra que se tornava minúscula no horizonte, enquanto o peito se enchia de uma névoa chamada distância. Partia com o fado na garganta, entoava cantigas de olhos castanhos de saudade e de um sol que só brilhava "lá". Nas terras frias da Europa ou nos Brasis de esperança, a música era o único teto que não deixava gotejar a solidão. Cantava-se a aldeia e o cheiro do pão no forno de lenha e o som do sino que chamava para o descanso, transformavam o trabalho árduo em versos de resistência. Eram "portugueses de longe", e viviam num fuso horário de recordações, onde cada melodia era uma ponte invisível que ligavam o suor daquele presente ao abraço que ficou para trás.





Ana Gomes 🙂 Seja forte

 


Luís Leonardo desabafa

 


A onde andas tu carnaval da vila NELAS!!!?

Vergonhoso 16:00 horas e nada na avenida principal de NELAS em frente ao Antigo Albino Pais.
É uma descredibilização tão grande e a maior vergonha de sempre.
A onde anda o sr presidente da câmara de NELAS
O sr. Presidente de junta que não obrigam as duas associações,( mas também a pagar- lhes bem), para NELAS voltar a ser igual como nas décadas de 70, 80, 90, ou será porque a qualidade perdeu se porque os figurantes bairristas e com amor a isto já são avós e avôs
Mais uma vez vergonhoso,
Acabem com esta vergonha e vamos todos para Canas de Senhorim, por lá sim vivem a sério tradições e bairrismo e estão na rua desde as duas horas, melhor desde ontem às 20:00 horas
VIVA O CARNAVAL DE CANAS DE SENHORIM .
E ACABEM COM A VERGONHA EM NELAS

EXPLORAÇÃO DE URÂNIO E RISCOS AMBIENTAIS – 1


BARRAGENS DE DEPOSIÇÃO DE “ESTÉREIS”

 

Os resíduos resultantes da actividade mineira na região da Urgeiriça foram acumulados  em diversas Barragens, que se estendem por uma área de cerca de 11 hectares, ladeando a E.N. 234 ao km 88, correspondendo a um volume de 4 milhões de toneladas.

 

Estas Barragens de estéreis ou de rejeitados de Urânio (U) são depósitos de resíduos sólidos e líquidos associados, resultantes da extracção do U, a partir do minério. Os sólidos consistem, essencialmente, num produto moído finamente a partir do minério, contendo uma grande variedade de substancias químicas, obtidas por precipitação, a partir do efluente líquido. Os sólidos e líquidos contidos nas barragens, contêm materiais radioactivos e não radioactivos que, se forem dispersos no meio ambiente, em quantidades elevadas, são potencialmente perigosas para o ser humano.

 

Embora a radioactividade das barragens seja de origem natural, o processo mineiro e o tratamento químico, a que os minérios são submetidos têm, como consequência, o arrastamento da radioactividade para a superfície, alterando a sua forma física e química de modo que aumenta a sua mobilidade e a consequente dispersão no meio ambiente, com impacto biológico no ser humano.

 

Embora as Barragens contenham apenas cerca de 10% do Urânio, contido no minério natural, os seus descendentes Tório e Rádio, cujo tempo médio de vida é de centenas de milhares de anos, permanecerão nestes depósitos de resíduos por milhões de anos…..

 

Estas Barragens com elevadas concentrações em rádio com actividades superiores a 50 kBq/kg, constituem uma grande fonte de RADÃO para a atmosfera.

 

Os riscos potenciais para as populações da região consistem em: inalação de Radão e seus descendentes, inalação de partículas sólidas radioactivas transportadas pelo vento, ingestão de alimentos vegetais, animais,  peixes ou água contaminados e radiação externa.

 

 

 A remediação dos impactos radiológico e químico provocados por estas Barragens, consiste, na transladação destes resíduos para os locais de origem ou tratamento de toda a zona e selagem adequada de acordo com as recomendações da Agência Internacional de Energia Atómica, seguida de monitorização adequada, a efectuar por entidade certificada e independente.

 

L. Marques Pinto

Eng. Tec. Electromecânico            

Carlos Silva novas entradas de veículos no meu Museu Pessoal Temática Bombeiros

 





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𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐦 𝐨 𝐂𝐚𝐫𝐧𝐚𝐯𝐚𝐥 𝐧𝐨 𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐃𝐚̃𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐯𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝐝𝐨 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥


 Durante esta semana, o Presidente da Câmara Municipal de Nelas, Joaquim Amaral, acompanhado pelo Executivo Municipal e Presidente da Assembleia Municipal, visitou a Associação Recreativa e Cultural do Santo António - Bairro da Igreja, a ADRC Cimo do Povo Nelas, a ARCPaço e a União Cultural e Recreativa do Rossio de Canas de Senhorim, no momento em que estas associações finalizam com enorme dedicação, os últimos preparativos para os espetaculares Carnavais no Coração do Dão, que amanhã, domingo e na próxima terça desfilam pelas ruas.

Estas visitas são mais uma ocasião para reconhecer e valorizar o extraordinário trabalho das Direções e Órgãos Sociais das entidades organizadoras dos Carnavais de Nelas e de Canas de Senhorim. A Autarquia tem assegurado todo o apoio logístico indispensável a estas associações, que se soma ao apoio financeiro e à divulgação que tem sido prestada.
O Edil aproveitou ainda para agradecer a todos os voluntários que, com enorme dedicação e espírito altruísta, se envolvem na organização e contribuem para levar às ruas da Vila de Nelas e de Canas de Senhorim estes dois grandes carnavais do Concelho.
O Carnaval no Coração do Dão apresenta folia em dose dupla: quatro corsos, dois carnavais, que aguardam milhares de visitantes e foliões ao longo deste fim de semana prolongado. O convite está lançado para participar nas múltiplas atividades e para prolongar a estadia na região.
Venha descobrir os melhores Carnavais no Coração do Dão! Contamos consigo!
𝐏𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐚 𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐨 𝐂𝐚𝐫𝐧𝐚𝐯𝐚𝐥, 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐮𝐥𝐭𝐞: https://www.cm-nelas.pt/carnaval-de-nelas-e-canas-de.../

sábado 14 2026

OURO VERDE: O SABOR DE PORTUGAL QUE CONQUISTA O MUNDO

 


Há sabores que contam histórias.

E há histórias que se escrevem gota a gota.
O azeite português é uma delas.
Nascido da terra, do sol e do trabalho paciente de gerações, o nosso azeite deixou de ser apenas um ingrediente da cozinha tradicional para se afirmar como um verdadeiro embaixador de Portugal no mundo. Hoje, é reconhecido pela sua qualidade, pureza e valor nutricional, sendo cada vez mais valorizado nos mercados internacionais.
Não é por acaso que os Estados Unidos passaram a recomendar o azeite como a principal gordura líquida numa alimentação saudável. A ciência confirma aquilo que os nossos avós sempre souberam: o azeite faz bem ao corpo, à alma e à vida.
Mas nem todo o azeite é igual.
Como lembra a Casa do Azeite, o azeite é um produto vivo, sensível ao tempo, à luz e à forma como é tratado. Ao contrário do vinho, não melhora com os anos. O azeite é sempre melhor novo. Fresco. Autêntico. Próximo da sua origem.
Cada garrafa encerra uma viagem:
Do olival ao lagar.
Do lagar à mesa.
Da tradição à modernidade.
Nas encostas, nos campos e nos pequenos terrenos familiares, continuam a erguer-se oliveiras centenárias, resistentes, silenciosas e fiéis. São elas que sustentam uma fileira que gera riqueza, emprego e identidade cultural. São elas que ligam o passado ao futuro.
Num tempo dominado pela pressa, o azeite ensina-nos a esperar.
A respeitar os ciclos.
A valorizar o essencial.
Mais do que um produto, o azeite é património.
Mais do que um alimento, é cultura.
Mais do que um negócio, é um símbolo.
E há ainda um enorme caminho por percorrer. Apesar da sua excelência, o azeite representa apenas uma pequena fatia do consumo mundial de gorduras. O potencial de crescimento é imenso, desde que haja aposta na qualidade, na informação ao consumidor e na valorização dos produtores.
Portugal tem tudo para liderar este caminho: clima, saber, tradição e inovação.
Cada fio de azeite no prato é uma declaração de identidade.
É a prova de que o melhor da nossa terra pode estar na mesa do mundo.
Ouro verde?
Sim.
Mas, acima de tudo, orgulho nacional.

As escolhas de Zé Pedro Andrade

 


O Inverno da Alma

Há estações que não se anunciam pelo calendário, mas pela súbita rarefação do sentido. O inverno da alma chega sem neve visível, instala-se no interior como um silêncio prolongado, uma suspensão do afeto, um esfriamento da esperança que não grita, apenas se retira. Tudo continua aparentemente intacto, os dias seguem seu curso, as palavras ainda circulam, mas algo essencial recolhe-se para dentro, como um rio que congela sem perder a memória da corrente.
Nesse inverno, a alma aprende a linguagem da contenção. Já não transborda, já não promete, já não se oferece em excesso. Recolhe-se. Torna-se austera, quase ascética, como se soubesse que todo excesso, nesse tempo, seria desperdício. O frio interior não é ausência de vida, é economia de calor. É o instinto secreto de preservação do essencial quando o mundo se torna inóspito demais para a nudez do sentir.
O inverno da alma não é desespero, é lucidez em estado frio. Ele revela, com crueza, aquilo que o entusiasmo encobria. Amizades se rarefazem, ilusões perdem a cor, palavras grandiosas soam ocas. O que permanece é o que suporta o gelo. O resto, inevitavelmente, se parte. Há uma ética severa nesse processo, pois a alma, ao congelar, seleciona, e toda seleção é uma forma silenciosa de verdade.
Há também uma solidão própria desse tempo. Não a solidão ruidosa do abandono, mas a solidão grave da introspecção forçada. O sujeito torna-se vulto para si mesmo, caminha entre pensamentos como quem atravessa um campo coberto de geada, atento a cada passo, consciente de que qualquer descuido pode quebrar o pouco de calor ainda preservado. É nesse recolhimento que a alma se confronta consigo sem adornos, sem narrativas de consolo, sem máscaras morais.
Mas todo inverno carrega, em seu núcleo, uma promessa muda. A terra não está morta sob o gelo, está em latência. O inverno da alma prepara silenciosamente o terreno para uma forma mais sóbria de florescimento. Não o entusiasmo ingênuo da primavera imediata, mas uma maturidade que nasce da resistência. O que brota depois desse frio não é exuberante, é verdadeiro.
Assim, o inverno da alma não deve ser apressado nem combatido com falsas primaveras. Ele exige tempo, silêncio e fidelidade ao próprio recolhimento. Pois só quem suporta o frio interior sem fugir dele retorna ao mundo com raízes mais profundas, com menos ilusões e com uma forma de calor que já não depende das estações externas, mas da lucidez conquistada no coração do gelo.

Artista Luís Daniel Almeida

 


Artista Luis Daniel Almeida

O AMOR NÃO TEM DATA NO CALENDÁRIO


 Hoje celebra-se o chamado “Dia dos Namorados”.

Um dia bonito, sem dúvida.
Mas também, cada vez mais, um dia profundamente comercial.
Sempre entendi que o amor não se marca no calendário.
O amor vive-se.
No respeito.
Na presença.
Na paciência.
No cuidado diário.
Vivemos numa sociedade onde quase tudo se transforma em produto: sentimentos, gestos, datas, emoções. O afeto também entrou nessa lógica. Presentes, jantares, flores, campanhas, promoções. Tudo pensado para vender, muito mais do que para sentir.
Não há mal nisso.
São os tempos que vivemos.
E devemos respeitá-los.
Mas não podemos confundir consumo com amor.
O verdadeiro amor não precisa de embrulho.
Não precisa de publicidade.
Não precisa de um dia específico.
Precisa de verdade.
Precisa de escuta.
De atenção.
De companheirismo.
De estar presente nos dias bons… e sobretudo nos dias difíceis.
Amar é cuidar todos os dias.
É perguntar “estás bem?” sem motivo especial.
É estar ao lado quando ninguém vê.
É respeitar mesmo quando é difícil.
Isso não se compra.
Por isso, sim, feliz Dia dos Namorados.
Hoje.
Mas também amanhã.
E depois de amanhã.
E todos os dias.
Porque o amor verdadeiro não vive de datas.
Vive de atitudes.
Que nunca nos falte carinho, respeito, sensibilidade e humanidade.
Um dia abençoado, com muita saúde e felicidade.
Fiquem bem!
João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

ARCPaço · 🚀 É dia de Velhas? Aguentas?

 


No dia 16 de fevereiro, em Canas de Senhorim, animação rima com competição.

Máscara posta, pernas a mexer e rivalidade no máximo... da (corajosa 🤭) matinal corrida das velhas, ao tradicional encontro entre Paço e Rossio, passando pelo voleibol e futsal, a animação é garantida.
🎭 Não é festa, é o nosso Entrudo.
💥 Não é tradição, é identidade.
🤪 Corre, provoca, grita... a loucura é imperdível. ❤️‍🔥
👉🏼 Vais aparecer ou arrepender-te de não ir?