terça-feira 03 2026

Mais uma deliciosa receita (ananás) da amiga Dores no seu espaço.


Cozinha com História


JÁ NOS BASTOU UM SALAZAR

 


Memória, voto e a recusa de um país em regressar ao medo

Houve um país fechado sobre si próprio, empobrecido, vigiado e amordaçado.
Houve uma guerra colonial absurda, travada para defender o que não era nosso, onde muitos jovens perderam a vida e inúmeras famílias ficaram para sempre destruídas.
Houve mais de um milhão de portugueses forçados a emigrar nas décadas de 50 e 60, rostos marcados pelo desespero, lágrimas silenciosas nas estações e nos portos, partidas sem regresso garantido.
Foi um povo espezinhado. Um povo impedido de sonhar.
Por isso, ouvir hoje alguém afirmar que Portugal “precisa de três Salazares” não é apenas ignorância histórica, é um insulto à memória coletiva. Três Salazares para quê? Para espezinhar três vezes mais? Para calar, prender e empurrar novamente um povo para a miséria e para o medo?
A história não pode ser tratada como provocação barata nem como ferramenta de demagogia. A história tem sangue, tem lágrimas, tem nomes e tem dor.
Os portugueses têm hoje uma responsabilidade clara: ir às urnas. Defender a democracia com o voto. E podem perfeitamente fazer aquilo que os franceses fizeram há vinte e quatro anos, quando cerca de 82% disseram “não” à extrema-direita. Disseram não ao ódio, não ao autoritarismo, não ao retrocesso civilizacional.
Os portugueses querem democracia.
Não querem voltar para trás.
Defendem os direitos humanos.
Não querem ser oprimidos.
Não querem demagogos.
Muito menos autocratas à frente do país.
A liberdade não é garantida, é escolhida.
E escolhe-se com memória, com consciência e com coragem.
Viva a liberdade. Viva a democracia. Viva os direitos humanos.

João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

ENTRUDO 2026 - TRADIÇÃO QUE FAZ BATER O CORAÇÃO

 


De 14 a 18 de fevereiro, Canas de Senhorim vive cinco dias de uma estonteante celebração.

Enquanto de dia a rua é a rainha, onde assistimos à irreverente rivalidade entre Paço e Rossio, quando a noite cai, a alma vibra, o ritmo incendeia e ninguém fica para trás.
Em Canas de Senhorim, a música cruza-se com a tradição e, por cá, dança-se, canta-se, vive-se, e celebra-se de uma forma que só quem vem, e quem vive, é que sente.
Cinco dias de história, tradição, animação e identidade, onde quem vem... volta... e quem vive... nunca esquece.

Bombeiros de Canas de Senhorim - Informação

 


AVISO À POPULAÇÃO | Chuva, Vento, Agitação Marítima e Neve

🕒 Válido: tarde de 03/02 até 05/02 (quinta-feira)
A Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê agravamento do estado do tempo (chuva por vezes forte e persistente, vento com rajadas fortes, agitação marítima e queda de neve, com impacto mais provável entre hoje à tarde e quinta-feira).
O que fazer agora (prioridade):
1. Evite zonas inundáveis e proximidade de linhas de água.
2. Não atravesse zonas inundadas, a pé ou de viatura.
3. Desobstrua sarjetas/caleiras e remova objetos que possam entupir escoamentos.
4. Fixe ou recolha objetos soltos em varandas e quintais.
5. Conduza com precaução (velocidade reduzida, atenção a lençóis de água).
6. Se vai para zonas de neve (ex: Serra da Estrela), prepare a viatura e evite deslocações desnecessárias.
Atenção especial a crianças, pessoas idosas, pessoas com mobilidade reduzida e quem trabalha no exterior: planeie deslocações e verifique se alguém precisa de apoio.
Fontes: IPMA, Agência Portuguesa do Ambiente, ANEPC. 
Em caso de emergência, ligue 112. Respeite as indicações da Proteção Civil, não se exponha ao risco e esteja atento, apoie pessoas vulneráveis.

As robustas e selecionadas vacas da Comporta

 


Uma manada com 40 animais, escolhidos entre os mais robustos que se apresentavam à venda, constituiu o trunfo da Companhia das Lezírias do Tejo e do Sado para criar uma raça de vacas específica da Comporta, adaptada às péssimas condições que ali se viviam, mais semelhantes a paragens africanas do que ao paraíso à beira-mar plantado em que aquela zona se tornaria mais de um século depois.

 

Corria 1888, cerca de um século antes da “descoberta” do destino turístico da moda.  Em vez do glamour das cabanas milionárias, do chic com o pé na areia, dos sunsets à beira-mar, a Companhia das Lezírias do Tejo e do Sado teimava, sem grande sucesso, em querer retirar algum rendimento das suas insalubres terras na Comporta. Nesse ano, a administração resolveu arriscar em algo diferente: dar os primeiros passos para criar uma raça bovina específica desta região, especialmente vigorosa e saudável para resistir às péssimas condições que caracterizavam aquela propriedade.

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Em vez de empreendimentos turísticos e carros topo de gama, a grande aposta da Comporta desses tempos longínquos eram vacas.

Assim, adquiriu-se, na feira de São João, em Évora, uma vacada constituída por 40 rezes, das mais robustas e novas que estavam disponíveis. Eram o ponto de partida para constituir um desejado centro de criação, que produzisse animais destinados à distribuição por outras herdades da companhia.

Embora houvesse otimismo, logo especialistas na matéria recearam pela saúde dos animais, dadas as condições “atmosféricas e bromatológicas”, o ar, os pastos e as águas de que dispunham naquela espécie de pedaço de África em território europeu, que era como a Comporta se apresentava à opinião pública daqueles tempos.

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Apesar de algumas melhorias, aquela zona era ainda conhecida pelas suas “condições anti-higiénicas” que lhe davam muito má fama, pelo que havia fundados receios quanto ao sucesso deste projeto.

Elogiava-se a escolha criteriosa dos animais e o facto de virem “de pior para melhor”. Isto é: vinham das pastagens pobres e áridas do Alentejo interior, para umas que se pensava poderem ser mais ricas, no litoral, algo que seria sempre positivo.

A vacada era de uma raça alentejana com tradição noutras áreas do concelho de Alcácer do Sal, onde as condições não diferiam muito das da Comporta, pelo que existiam esperanças que também se desse bem por lá.

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Serviriam sobretudo como força de trabalho nas extensas explorações agrícolas, já que tinham pouca aptidão para a engorda – compreende-se, a elegância acima de tudo! Por isso, produziriam sempre pouca quantidade de carne limpa e de qualidade inferior.

Não se tratava de uns quaisquer bovinos mansos e pacatos, mas sim semi-selvagens que, pelas suas particularidades, não eram dados a estarem em estábulo, preferindo o ar livre.

A sua rusticidade, pensava-se, dava-lhes mais possibilidades de resistir ao difícil ambiente em que iriam viver.

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Mas, a Companhia das Lezírias do Tejo e do Sado tinha altas expetativas. Entendia que, com “cruzamentos judiciosos” conseguiria aprimorar esta raça de forma que também pudesse ser uma fonte válida de carne.

Basicamente, queria o melhor de dois mundos e sem grandes gastos, que o tempo não estava para devaneios.

Os especialistas é que não acreditavam que tal fosse possível: nenhum boi esgotado de trabalhar no duro uma vida inteira estaria tenrinho quando chegasse em forma de bife ao prato das pessoas!

Desconheço se esse projeto deu resultado, mas sei que, cerca de 50 anos depois, em 1945, a Herdade da Comporta tinha já mais de 720 hectares de arroz plantado. Mantinha a vertente pecuária, com cavalos, ovelhas e porcos, para além de continuar a produzir bovinos, mas exclusivamente para trabalho.

Seriam as descendentes dessas vacas originais, adquiridas em Évora?

 

 

À margem

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No concelho de Alcácer do Sal existiam alguns exemplos positivos de cruzamentos bem-sucedidos, entre touros zebus (indianos) e vacas bravas nacionais, mistura que terá sido a opção da Companhia das Lezírias do Tejo e do Sado para fazer vingar as vacas da Comporta.

Em 1888, no matadouro de Setúbal, o que mais surgia para abate eram precisamente animais resultantes desta fusão, mas provenientes da Herdade de Palma.

A Casa Real também tinha feito semelhante experiência numa manada de Mafra, que produziu rezes para outras propriedades, nomeadamente a Herdade do Pinheiro, também no município de Alcácer do Sal.

Por essa altura, apesar de continuar a não ser a zona mais atrativa para viver, já havia quem percebesse que a Comporta possuía “uma praia de banhos” que deveria ser “a maior e a mais serena do País” e que, num futuro ainda desconhecido, deveria “tomar um desenvolvimento extraordinário”, tornando-se “não só um grande centro de produção e trabalho, mas de turismo”, pois para tal tinha “excelentes condições”.

Ainda demoraria umas décadas...e as previsões acabariam por se concretizar, com ou sem vacas…

Mas isso é outra história…

 

Fontes

Biblioteca Municipal de Setúbal

Gazeta Setubalense, 04.03.1888, 10.06.1888, 17.06.1888, 01.07.1888, 08.07.1888, 15.07.1888, 29.07.1888, 05.08.1888, 19.08.1888.

Arquivo Municipal de Alcácer do Sal


Jornal «O Setubalense», suplemento de 4 de Agosto de 1934.

 

Pedro Muralha, Monografias alentejanas, Imprensa Beleza, Lisboa, 1945

 

Imagens

Pedro Muralha, Monografias alentejanas, Imprensa Beleza, Lisboa, 1945

Instituto Geológico e Mineiro, Carta Geológica de Portugal, Folha explicativa da Folha 38-B Setúbal. Lisboa, 1999. Disponível em:

https://www.academia.edu/34570833/Carta_Geol%C3%B3gica_de_Portugal_na_escala_de_1_50_000_Not%C3%ADcia_Explicativa_da_folha_38_B_Set%C3%BAbal_

Arquivo Municipal de Alcácer do Sal

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A Fanfarra dos Bombeiros de Canas de Senhorim está a recrutar!

 


Se tens paixão pela música, gosto por festa e queres fazer parte de algo que faz brilhar as ruas do nosso país, esta é a tua oportunidade!

Junta-te à nossa fanfarra e ajuda-nos a manter viva a tradição, espalhando música e alegria por onde passamos. Não é necessário experiência — só vontade de aprender e dar o teu melhor!
📣 Vem fazer parte desta aventura e ajuda-nos a voltar a brilhar!
Para mais informações, contacta-nos!!

Opinião de António Sampaio Fernandes

 


Á margem das eleições presidenciais, e da luta entre dois candidatos, uma outra luta acontece no nosso país. Esta tem a ver com a comunicação social. Mas uma luta diferente, com pressupostos diferentes, mas de contornos semelhantes. A luta pela continuação de um dos mais prestigiados e respeitados órgãos de comunicação social no nosso país - a revista Visão..

Contudo existem pólos de convergência entre uma e outra.
Em ambas as lutas se perfila a defesa da liberdade....

Junta de Freguesia de Nelas · Bom dia a Todos!

 


Informação:

Relativamente à questão das limpezas de linhas de água, a APA/ARH Centro informa que se encontram disponíveis o Edital n.º 1/2026 e o respetivo cartaz de divulgação (em anexo), onde estão definidas as normas aplicáveis a estas intervenções. Neste contexto, importa reforçar que todos devemos e temos de assumir responsabilidades, contribuindo para a proteção, manutenção e correta gestão das linhas de água.







Canto e Encanto · À ATENÇÃO DOS ASSOCIADOS

 


segunda-feira 02 2026

1. O KIT DE EMERGÊNCIA FAMILIAR (PARA 72 HORAS)

 


O socorro pode demorar, a melhor defesa é a preparação individual e familiar

Imagine que tem apenas 5 minutos para sair de casa ou que ficará isolado sem luz e água. Este kit deve estar numa mochila de fácil acesso, preferencialmente num local alto da casa.
Água e Nutrição: 3 litros de água por pessoa/dia e alimentos energéticos (enlatados, barras de cereais, frutos secos) que não precisem de cozedura.
Comunicação e Luz: Um rádio a pilhas (fundamental quando a rede de telemóvel cai), lanterna LED e pilhas de reserva.
Higiene e Saúde: Um estojo de primeiros socorros, medicamentos de uso contínuo (reserva para 7 dias) e toalhetes húmidos.
Documentação (A Lição de 1967): Cópias dos documentos de identificação, apólices de seguro e escrituras num saco de plástico hermético (ou pen drive encriptada).
Dinheiro vivo: Em caso de apagão, os multibancos e cartões não funcionam.
2. CHECKLIST DE SEGURANÇA: O QUE FAZER?
Antes da Tempestade
Limpeza: Verifique se os ralos da varanda, as goteiras e as caixas de visita do seu prédio estão desentupidos.
Plano de Fuga: Combine um ponto de encontro com a família fora da zona de risco (ex: a casa de um familiar num ponto alto da cidade).
Durante a Inundação
Corte o mal pela raiz: Desligue o quadro elétrico, o gás e a água se a sua casa começar a ser inundada.
Não atravesse águas: Apenas 15 cm de água em movimento podem derrubar um adulto; 60 cm podem arrastar um carro.
Suba: Se não puder sair, suba para os andares superiores e espere pelos socorros.
3. O EXEMPLO EUROPEU: COMO AMSTERDÃO E COPENHAGA "DOMARAM" A ÁGUA
Enquanto em Portugal ainda lutamos para desentupir sarjetas, cidades como Copenhaga e Amesterdão adotaram o conceito de "Cidades Esponja".
Copenhaga: O Plano de
"Cloudburst" (Nuvem de Chuva)
Após uma inundação devastadora em 2011, Copenhaga decidiu que não valia a pena construir canos maiores (são caros e limitados). Em vez disso, criaram "Ruas de Escoamento". São ruas desenhadas com uma inclinação em "V" que, em dias normais, são parques ou ciclovias, mas em dias de tempestade funcionam como canais controlados para levar a água até ao mar, protegendo as casas.
Amesterdão: "Room for the River" (Espaço para o Rio)
A filosofia holandesa mudou de "lutar contra a água" para "viver com a água". Eles deliberadamente baixam as margens dos rios e criam zonas de inundação controlada (parques e campos de jogos) que podem ficar submersos sem causar danos económicos, evitando que a água suba nas zonas residenciais.
Conclusão: O Que nos Falta?
A diferença não é o clima, é a vontade política. Copenhaga investiu milhões para poupar biliões em danos futuros. Em Portugal, a solução passa por parar de construir no betão e começar a construir com a natureza (solos permeáveis e jardins de chuva).

João Paulo Guerra Almeida

 


Quando me perguntam a razão de ser Comunista, uma delas é dar sem esperar nada em troca, trabalhar em prol de todos, mesmo quando nos faltam as forças. Somos um coletivo que alimenta a esperança. Somos PCP, somos Povo

PCP - Partido Comunista Português Marinha Grande, Distrito de Leiria.

Marinha Grande, 2 de Fevereiro de 2026
O PCP informa que o centro de trabalho do PCP na Marinha Grande se mantém aberto e presta auxílio à população.
O PCP continua a apelar ao envio de ajuda (alimentos não perecíveis (arroz, massas, etc.), produtos de higiene, roupa, etc.), e também para que os camaradas e amigos que tiverem possibilidade, se continuem a dirigir ao centro de trabalho do PCP na Marinha Grande para aí formar equipas de ajuda à população.
O PCP informa que não tem a decorrer nenhuma recolha de fundos para apoio a esta iniciativa.
Para além disso, o PCP não deixa de exigir que o Governo cumpra com as suas responsabilidades mobilizando todos os meios e recursos para responder à população.
Centro de Trabalho do PCP na Marinha Grande
End: R. Marquês de Pombal, 51
2430 MARINHA GRANDE
(Fotografias do dia 1 de Fevereiro)

ATMU emite um comunicado pedindo ajuda


 ATMU como associação dos Direitos Humanos, não pode ficar indiferente á situação que estão atravessar as populações com a tempestade Kristin. Nesse sentido vai a ATMU e após contacto com a câmara da Marinha Grande, fazer a entrega de produtos alimentares na próxima 5 feira mais em concreto no Pavilhão Nery. No mesmo sentido apelamos a todos aqueles que se queiram associar , que podem fazer as suas entregas na sede da ATMU , terça e quarta feira das 11h às 12h e das 18h ás 19h, onde estarão elementos da ATMU para fazerem a recepção dos produtos alimentares , a designar;

Leite, água, produtos enlatados, fraldas, toalhetes para bebés, etc.
Todos somos poucos para ajudar, pelo que contamos consigo .
Contacto
967278187
932323053

A proteção civil começa em cada um de nós

 


Num contexto de risco elevado, é essencial lembrar que todos temos responsabilidades. Não podemos ignorar os alertas das autoridades nem desvalorizar situações potencialmente perigosas.

Evitem deslocações e permanência junto a zonas de alto risco, nomeadamente rios, ribeiras, linhas de água, orla marítima e zonas costeiras. Os terrenos estão saturados, encharcados, e já não suportam mais água. O risco de derrocadas, deslizamentos de terras e queda de árvores é real e elevado.
É fundamental acautelar bens, proteger habitações e garantir a segurança das pessoas, sobretudo das mais vulneráveis. Mas acima de tudo, é necessário bom senso.
Não se aventurem a tirar fotografias, “selfies” ou a fazer caminhadas em zonas ribeirinhas ou junto ao mar. Um momento de imprudência pode ter consequências graves e irreversíveis.
Cada cidadão é o primeiro e principal agente de proteção civil. A prevenção começa em casa, na rua, nas escolhas que fazemos. Respeitar as indicações das autoridades é um ato de responsabilidade coletiva e de respeito pela vida.
Cuidado, atenção e solidariedade.
Proteger é um dever de todos.
O bem mais precioso que temos é a Vida!
Uma Santa e Feliz Noite com tranquilidade, saúde e felicidades, fiquem bem!
João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes