quarta-feira 18 2026

Dar voz ao leitor Carlos Rodrigues- Que conselho daria ao novo Presidente da Republica António José Seguro?

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e tivesse de dar um conselho ao novo Presidente da República, António José Seguro, dir-lhe-ia algo simples, não confundir estabilidade com imobilismo. Um Presidente não governa, mas também não deve limitar-se a observar.

O país conhece bem o risco de uma Presidência excessivamente cautelosa. A função presidencial, num sistema como o português, vive de equilíbrio entre prudência e intervenção. Quando o Presidente se torna apenas um moderador silencioso, perde-se uma das poucas vozes institucionais capazes de orientar o debate nacional acima das disputas partidárias.

Assim, um conselho que me parece fundamentai

Usar a palavra com sentido estratégico.

A palavra presidencial tem peso. Não deve ser banalizada, intervir quando o país enfrenta bloqueios políticos ou crises sociais é parte da responsabilidade do cargo.

Sendo árbitro, e não  mero espectador.

A Constituição confere ao Presidente instrumentos políticos  desde o veto até à influência moral. Um árbitro que nunca apita deixa de garantir o jogo limpo.

Dando atenção ao país real.

Portugal não é apenas Lisboa. O interior, os territórios envelhecidos e as comunidades mais esquecidas precisam de sentir que a Presidência é também a sua voz ,  algo particularmente importante para regiões como o interior do distrito de Viseu.

Em suma, o melhor caminho para evitar a fama de imobilidade é simples, uma Pré presidência serena,  presente, prudente, mas não silenciosa, institucional, mas nunca distante do país.

Bombeiros de Canas de Senhorim · 🚒 Ação de Sensibilização – Respeite os Idosos

 


Os Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim associam-se a uma importante iniciativa de sensibilização sobre os maus-tratos a idosos, promovendo o respeito, a dignidade e a proteção das pessoas mais velhas da nossa comunidade.

📅 Data: 20 de março de 2026
🕘 Hora: 21h
📍 Local: Auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim
Esta ação pretende alertar para um problema muitas vezes silencioso e reforçar a importância de cuidar, respeitar e proteger quem tanto já deu à sociedade.
💬 Participe e ajude-nos a promover uma comunidade mais consciente, solidária e respeitadora dos nossos idosos.
Contamos com a presença de todos!

A SINFONIA ETERNA DA NATUREZA


A natureza é, talvez, a mais antiga e perfeita orquestra do mundo. Uma sinfonia infinita onde cada elemento tem o seu tempo, o seu ritmo e a sua voz própria.
Se escutarmos com atenção, percebemos que ela nunca está em silêncio. O vento que atravessa as árvores murmura como um violino suave. As ondas do mar repetem, incansáveis, uma melodia profunda e hipnótica. Os pássaros desenham no ar notas leves e luminosas, enquanto os ribeiros correm como pequenas pautas líquidas que atravessam a paisagem.
Tudo vibra, tudo comunica.
A natureza é um conjunto de melodias intermináveis que se renovam a cada instante. Não há duas manhãs iguais, nem dois entardeceres que cantem da mesma forma. A luz muda, o som transforma-se, o vento encontra novos caminhos entre as folhas.
E nós, muitas vezes distraídos pela pressa da vida moderna, esquecemo-nos de escutar esta música essencial.
Mas basta parar por um momento.
Sentar-nos junto ao mar, caminhar por um bosque, observar o voo de uma ave ou simplesmente sentir o sopro do vento no rosto. Nesse instante percebemos algo profundamente simples e verdadeiro: fazemos parte dessa sinfonia.
A natureza não é apenas um cenário onde vivemos. É a grande compositora da vida. Cada árvore, cada montanha, cada gota de água participa nesse concerto silencioso que sustenta o equilíbrio do planeta.
Talvez por isso seja tão importante protegê-la.
Cuidar da natureza não é apenas preservar paisagens bonitas. É garantir que esta música milenar continue a ser tocada para as gerações que ainda hão de chegar.
Porque quando a natureza canta, o mundo respira.
E quem aprende a escutá-la descobre que, no meio do ruído da vida, existe sempre uma melodia serena à nossa espera.
Um Abençoado e Feliz dia, muita saúde e felicidades, fiquem bem
João Manuel

Odete Marques · 🇵🇹✈️🇫🇷 Erasmus+ Portugal / Lille, França Dia 6


 O último dia desta mobilidade Erasmus+ foi vivido com entusiasmo, criatividade e também alguma emoção de despedida.

De manhã, os alunos participaram numa dinâmica de webradio, onde tiveram a oportunidade de criar e gravar podcasts, partilhando ideias, experiências e reflexões sobre esta semana de intercâmbio.
A tarde foi dedicada a um divertido escape game com o tema “Assassinato no Colégio”. Em equipa, os participantes resolveram enigmas, seguiram pistas e colocaram à prova o seu espírito de cooperação e raciocínio.
O dia terminou com um lanche de despedida, um momento especial de convívio, partilha e agradecimento por todas as experiências vividas ao longo desta semana inesquecível.
Levam-se novas aprendizagens, amizades internacionais e memórias que ficarão para sempre.






Associação Moreira · Coimbra É Uma Lição de Amor · Fatum Grupo de Fados de Coimbra · Esperamos por ti!!

 


O Crochê da Fernanda Lopes - O MEU GALINHEIRO

 

Contactos para encomendas:

Telemóvel 915071764

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REFORMAS DE OURO NUM PAÍS DE REFORMAS BAIXAS

 


Num país onde milhares de pensionistas vivem com reformas que mal chegam para pagar a renda, os medicamentos ou a conta do supermercado, ouvir falar de reformas na ordem dos vinte mil euros mensais causa, inevitavelmente, perplexidade e indignação.

O caso que envolve Mário Centeno, antigo ministro das Finanças e atual governador do Banco de Portugal, reacende um debate antigo, mas sempre atual: até que ponto estas pensões elevadíssimas são moralmente aceitáveis num país marcado por reformas tão baixas?
Não se trata de colocar em causa carreiras profissionais, nem de negar o mérito ou as responsabilidades exercidas em cargos de elevada exigência. O problema está na dimensão do contraste social.
Portugal continua a ser um país onde muitos idosos vivem com pensões que rondam poucas centenas de euros por mês. Pessoas que trabalharam uma vida inteira, muitas vezes em condições difíceis, e que hoje enfrentam enormes dificuldades para viver com dignidade.
Perante esta realidade, uma pensão de 20 mil euros mensais surge, para muitos cidadãos, não apenas como um privilégio, mas como uma afronta social.
A questão não é da legalidade.
É sobretudo uma questão ética e de sensibilidade social.
Quando as diferenças atingem dimensões tão extremas, o sistema arrisca-se a transmitir a ideia de que existem dois países: um onde se contam os cêntimos até ao fim do mês e outro onde as reformas atingem valores que parecem pertencer a uma realidade completamente diferente.
Num Estado social equilibrado, a justiça não deve ser apenas uma palavra nos discursos. Deve refletir-se também na forma como o sistema reconhece o trabalho e distribui as compensações ao longo da vida.
Porque uma sociedade verdadeiramente justa mede-se também pela forma como trata os seus pensionistas mais frágeis, e não apenas pelos privilégios concedidos aos que já estão no topo.
Num país de reformas baixas, as reformas de ouro são sempre difíceis de explicar… e ainda mais difíceis de aceitar.
Um Santo e Feliz dia, muita saúde e felicidades, sejam felizes...
Fiquem bem! João Manuel

Recomendações da Ana Gomes


 

terça-feira 17 2026

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UM SÉCULO DE GLÓRIA QUE CONTINUA A NAVEGAR

 


Há cem anos, quando o futebol ainda era feito de sonhos simples, campos difíceis e viagens longas, um grupo de homens carregou no peito mais do que uma camisola. Levavam consigo o orgulho de uma ilha, a coragem do mar e a esperança de um povo inteiro.

Assim nasceu um dos capítulos mais belos da história do Club Sport Marítimo.
No longínquo campeonato de Campeonato de Portugal 1925–1926, aqueles homens escreveram, com suor e determinação, uma página eterna no futebol português. Não foi apenas uma vitória. Foi um feito quase épico. Um clube vindo de uma ilha, enfrentando distâncias, obstáculos e desafios, ergueu-se para conquistar Portugal.
Foi o triunfo da coragem sobre a distância.
Foi o triunfo da paixão sobre as dificuldades.
Foi o triunfo de um sonho que parecia impossível.
Hoje, cem anos depois, não celebramos apenas uma taça ou um título. Celebramos uma herança de coragem, identidade e pertença. Celebramos aqueles que acreditaram quando tudo parecia improvável.
Mas este centenário não é apenas memória.
É também uma chama que continua acesa.
Uma chama que deve iluminar os olhos dos mais jovens maritimistas, lembrando-lhes que a história de um clube não se faz apenas do passado, faz-se de cada geração que decide continuar a sonhar.
Que cada jovem que veste as cores verde-rubras saiba que faz parte de algo maior:
de uma história que começou há mais de um século, que atravessou mares, gerações e desafios.
Porque o Marítimo não é apenas um clube.
É um símbolo de resistência, orgulho e paixão insular.
E enquanto houver alguém que acredite,
o espírito maritimista continuará sempre a navegar. 💚❤️
Saudações Marítimistas!
Muita saúde e felicidades, sejam felizes...
Fiquem bem!
João Manuel

João Poças CinZa está em Cabo Finisterre - Fin del Mundo - II

 





Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS


 O pão da aldeia, com levedação natural: o fermento natural tradicional que era utilizado nas aldeias portuguesas de outrora, era conhecido como massa-mãe (isca, crescente ou massa velha). Consistia num pedaço de massa da fornada anterior, que era guardado e alimentado com água e farinha, que fermetava naturalmente através de levedura selvagem. Garantindo um pão rústico, de sabor de gerações antepassadas e duradouro. Características: após fazer o pão, um pedaço da massa crua era separado e guardado para a próxima vez, perpetuando o fermento durante anos. Aquela fermentação lenta (massa levêda) conferia ao pão, um sabor característico, com uma casca muito mais crocante.

Odete Marques · #Erasmus+ Portugal / Lille, França Dia 5

 


Hoje o nosso grupo teve a oportunidade de visitar uma das cidades mais icónicas do mundo: Paris!

🇫🇷
Ao longo do dia vimos alguns dos seus monumentos mais emblemáticos, descobrindo a história, a cultura e a beleza que tornam esta cidade tão especial.
Entre ruas cheias de vida, arquitetura impressionante e paisagens inesquecíveis, foi um dia de aprendizagem, partilha e muitas fotografias para recordar.
Experiências como esta, mostram como o Erasmus+ vai muito além da sala de aula, proporcionando contacto direto com diferentes culturas, património e realidades europeias.

Paula Campos no Porto

 






Robson Costa Costa · Agricultura Familiar Biológica

 


Aprender com a Terra e com a Aldeia

Na horta, cada planta é também uma lição.
Este é um pequeno espaço de agricultura familiar biológica, ainda em fase inicial, mas cheio de vontade de aprender e crescer.
Aqui já começam a surgir os primeiros sinais de vida:
Alfaces verdes e roxas, couves, cebolas e favas que se desenvolvem lentamente, respeitando o ritmo natural da terra.
Não é uma produção industrial, é um aprendizado diário.
Como iniciante, cada passo tem sido guiado por algo muito valioso nas aldeias:
o conhecimento dos vizinhos.
São eles que partilham dicas antigas, ensinamentos simples e experiências de muitos anos a trabalhar na terra.
Quando plantar.
Como regar sem desperdiçar água.
Como cuidar do solo de forma natural.
Como respeitar o tempo de cada cultura.
Na agricultura biológica, aprende-se que o solo é vivo, e que cuidar dele é cuidar da nossa alimentação e da nossa saúde.
Mais do que produzir alimentos, esta horta representa:
troca de saberes
respeito pela natureza
união entre gerações
valorização da vida nas aldeias
Cada alface que cresce, cada couve que se forma e cada cebola que se desenvolve mostram que a terra recompensa quem cuida dela com paciência e humildade.
E assim, entre erros, descobertas e conselhos dos vizinhos, esta pequena horta vai criando raízes, não só na terra, mas também na tradição da agricultura familiar.
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