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terça-feira 17 2026
Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS
O pão da aldeia, com levedação natural: o fermento natural tradicional que era utilizado nas aldeias portuguesas de outrora, era conhecido como massa-mãe (isca, crescente ou massa velha). Consistia num pedaço de massa da fornada anterior, que era guardado e alimentado com água e farinha, que fermetava naturalmente através de levedura selvagem. Garantindo um pão rústico, de sabor de gerações antepassadas e duradouro. Características: após fazer o pão, um pedaço da massa crua era separado e guardado para a próxima vez, perpetuando o fermento durante anos. Aquela fermentação lenta (massa levêda) conferia ao pão, um sabor característico, com uma casca muito mais crocante.
Odete Marques · #Erasmus+ Portugal / Lille, França Dia 5
Hoje o nosso grupo teve a oportunidade de visitar uma das cidades mais icónicas do mundo: Paris!
Ao longo do dia vimos alguns dos seus monumentos mais emblemáticos, descobrindo a história, a cultura e a beleza que tornam esta cidade tão especial.
Entre ruas cheias de vida, arquitetura impressionante e paisagens inesquecíveis, foi um dia de aprendizagem, partilha e muitas fotografias para recordar.
Experiências como esta, mostram como o Erasmus+ vai muito além da sala de aula, proporcionando contacto direto com diferentes culturas, património e realidades europeias.
Robson Costa Costa · Agricultura Familiar Biológica
Aprender com a Terra e com a Aldeia
Na horta, cada planta é também uma lição.
Este é um pequeno espaço de agricultura familiar biológica, ainda em fase inicial, mas cheio de vontade de aprender e crescer.
Aqui já começam a surgir os primeiros sinais de vida:
Alfaces verdes e roxas, couves, cebolas e favas que se desenvolvem lentamente, respeitando o ritmo natural da terra.
Não é uma produção industrial, é um aprendizado diário.
Como iniciante, cada passo tem sido guiado por algo muito valioso nas aldeias:
o conhecimento dos vizinhos.
São eles que partilham dicas antigas, ensinamentos simples e experiências de muitos anos a trabalhar na terra.
Quando plantar.
Como regar sem desperdiçar água.
Como cuidar do solo de forma natural.
Como respeitar o tempo de cada cultura.
Na agricultura biológica, aprende-se que o solo é vivo, e que cuidar dele é cuidar da nossa alimentação e da nossa saúde.
Mais do que produzir alimentos, esta horta representa:
troca de saberes
respeito pela natureza
união entre gerações
valorização da vida nas aldeias
Cada alface que cresce, cada couve que se forma e cada cebola que se desenvolve mostram que a terra recompensa quem cuida dela com paciência e humildade.
E assim, entre erros, descobertas e conselhos dos vizinhos, esta pequena horta vai criando raízes, não só na terra, mas também na tradição da agricultura familiar.
Visite e leia - Café Matinal
𝟓ª 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 | 𝐏𝐫𝐞́-𝐂𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐚𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐦 𝐀𝐠𝐮𝐢𝐚𝐫 𝐝𝐚 𝐁𝐞𝐢𝐫𝐚
A Escola Municipal de Natação de Nelas marcou presença na 5.ª Concentração do Circuito Municipal das Escolas de Natação, que decorreu no passado dia 14 de março, nas Piscinas Municipais de Aguiar da Beira.
Os nossos atletas estão de parabéns por mais uma grande prestação, que reflete o empenho, a dedicação e o forte espírito de equipa demonstrados ao longo da competição. Nesta prova, a equipa somou um total de 27 pontos, fruto das classificações obtidas nas diferentes provas disputadas.
A próxima etapa do calendário competitivo realiza-se no dia 18 de abril de 2026, em Castro Daire.
Força, equipa!
Associação LapaLobo · 🌸💜🥂Jantar do Dia da Mulher – ADC
A ADCL agradece, do fundo do coração, a todos os que contribuíram para a realização do nosso Jantar do Dia da Mulher!
Foi uma noite repleta de alegria, partilha, boa disposição e momentos únicos, onde não faltaram sorrisos, carinho e muitas recordações bonitas que ficarão guardadas na nossa memória! 

O sucesso deste jantar é, sem dúvida, fruto do carinho que nos dão! 

Juntos, continuamos a criar momentos especiais e a fortalecer os laços que nos unem 

Obrigada por fazerem parte da história da nossa ADCL
segunda-feira 16 2026
A MEMÓRIA NÃO SE APAGA: O VALOR DO MUSEU DO ALJUBE
A notícia da substituição de Rita Rato da direção do Museu do Aljube – Resistência e Liberdade e a saída de Francisco Frazão da direção artística do Teatro do Bairro Alto levanta naturalmente muitas interrogações, sobretudo quando não são apresentadas razões claras que justifiquem estas decisões.
Há cerca de dois anos tive a oportunidade de visitar o Museu do Aljube com a minha mulher. Foi uma experiência marcante. Saímos de lá profundamente impressionados com o trabalho realizado naquele espaço de memória. Ali está retratada, com enorme rigor e sensibilidade histórica, uma das páginas mais duras da nossa história recente.
O museu mostra, sem filtros nem esquecimentos, o que foi a repressão durante a ditadura do António de Oliveira Salazar, um regime que durante quase meio século limitou liberdades fundamentais e perseguiu opositores políticos. Ali podemos compreender melhor o papel da temida PIDE, responsável por vigilância, perseguições, prisões arbitrárias e torturas contra quem ousava pensar de forma diferente.
O mais importante naquele espaço é que ele não serve apenas para recordar o passado — serve para educar e alertar as novas gerações. Muitos jovens que hoje vivem em liberdade dificilmente conseguem imaginar o que significava viver num país sem democracia, sem liberdade de expressão e sem direitos fundamentais.
Por isso mesmo, sempre dissemos que quem ainda não visitou o Museu do Aljube deveria fazê-lo, sobretudo os mais jovens. Porque a democracia, como tantas vezes se diz, não é um dado adquirido. É uma conquista que precisa de memória, de consciência e de permanente defesa.
Quando um espaço com esta importância histórica e pedagógica parece estar a funcionar bem, quando o trabalho realizado é reconhecido por quem o visita, é natural que mudanças súbitas levantem dúvidas. E quando essas dúvidas surgem, instala-se inevitavelmente a suspeita de motivações que podem ultrapassar a simples gestão institucional.
Numa democracia saudável, as instituições de memória devem estar protegidas de disputas políticas ou de decisões pouco transparentes. A história não pode ser tratada como um instrumento circunstancial.
O Museu do Aljube representa algo maior do que qualquer direção, qualquer governo ou Câmara Municipal: representa a memória da luta pela liberdade em Portugal.
E essa memória deve permanecer sempre viva.
Porque lembrar o passado é uma das formas mais seguras de proteger o futuro. 
Uma Santa e Feliz Noite, muita saúde e felicidades, fiquem bem!
João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes
Dar voz ao leitor Fernando Cunha - Que conselho daria ao novo Presidente da Republica António José Seguro?
O que diria ao novo presidente da república? Viajar menos para o exterior... é no país real e desconhecido que reside a alma e sofrimento deste povo. Ser a parte visível do poder acerca do desenvolvimento do interior , ouvindo e escutando as pessoas e suas gentes. Sinceramente sinto um país tão desigual e nada se faz para mudar isso. Que ele seja a ponte para se mudar alguma coisa mas corro o risco de estar a sonhar alto...
PS Concelhia de Nelas · O Partido Socialista de Nelas felicita o novo Secretário-Geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro
O Partido Socialista de Nelas felicita o novo Secretário-Geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, pela sua eleição, desejando-lhe as maiores felicidades e sucessos nesta nova responsabilidade ao serviço do Partido e de Portugal.
Saudamos igualmente Carla Tavares pela sua eleição como Presidente das Mulheres Socialistas-Igualdade e Direitos, desejando-lhe um mandato pleno de trabalho, determinação e conquistas na promoção da igualdade.
Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS
Fotografias do Arquivo Municipal de Lisboa da Feira da Ladra, (década de 50)... Nos anos 50 a Feira da Ladra já estava consolidada no seu local actual, o Campo de Santa Clara, onde permanece desde 1903. Naquela década, a feira não era um ponto turístico, e sim um mercado essencial de sobrevivência e troca para os lisboetas, mantinha um ambiente popular e autêntico. Diferente do artesanato e lembranças modernas, as bancas dos anos 50 eram de: velharias e antiguidades (móveis, porcelanas e objectos de decoração de séculos anteriores), colecionismo (moedas, selos e revistas antigas), artigos de segunda mão (roupas usadas, utensílios de metal e outros mais). Curiosidade Históricas: embora o nome "Ladra" já aparecesse em documentos oficiais desde 1610, nos anos 50 ainda persistia a mítica de que ali se vendiam objectos de origem duvidosa, embora a feira já fosse regulamentada pela Câmera Municipal de Lisboa.
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