domingo 22 2026

GIRONA FC TEM COMO MASCOTE A CANYA, UMA CADADELA LABRADOR

 


A Canya representa um castor (animal muito associado ao trabalho, à persistência e à construção), simbolizando o espírito lutador e resiliente do clube da Catalunha. O nome “Canya” remete também para a expressão catalã “donar canya”, que significa algo como “dar tudo”, “acelerar”, “ir com força”, muito ligada à atitude competitiva dentro de campo.

A mascote aparece frequentemente:
nos jogos em Montilivi,
em ações com adeptos e crianças,
em campanhas promocionais e eventos do clube.
É um símbolo de identidade, proximidade e energia positiva, algo cada vez mais importante no futebol moderno.
Canya é uma verdadeira doçura, os adeptos do Girona FC e as crianças adoram esta bela cadela...

João Manuel

Cidália Sousa - O Murmúrio do Silêncio

 


Ouvindo o murmúrio do silêncio...

Encontro-me, abstracta...

Completamente alheia, a todo e

Qualquer som vindo do mundo exterior.

Sinto que o viver... é deixar fluir esta

Sensação de liberdade infinita,

Que se envolve ao meu redor...

Onde meus olhos não têm alcance

Para mais ver...

Onde meus ouvidos não têm mais

Audição para ouvirem...

onde... minha garganta

Por mais que se quisesse libertar

Não teria força!...nem para um eco ser ouvido...

 

 

SOL

Virginia Costa - Antiguidades

 






Município de Nelas e GNR reforçam cooperação em encontro com novo Comandante de Posto

 


O Presidente da Câmara Municipal, Joaquim Amaral, deu as boas-vindas, nos Paços do Concelho, ao novo comandante do Posto Territorial de Nelas, o Primeiro-Sargento Gonçalo Marques, que se encontra em funções desde o passado dia 10 de fevereiro de 2026.

No encontro, que contou com a presença do Executivo Municipal e dos representantes do Destacamento Territorial de Mangualde — o Comandante, Tenente Figueiredo, e o seu Adjunto, Alferes Almeida —, foram abordadas questões prioritárias relacionadas com a segurança no concelho de Nelas, designadamente nas áreas e projetos assegurados por esta força militar.
Nesta visita de cortesia e de apresentação de cumprimentos, o novo Comandante da GNR manifestou total disponibilidade para uma cooperação mútua com o Município, focada na salvaguarda das melhores condições de segurança de pessoas e bens.
A ocasião serviu para reforçar os laços institucionais e permitir uma reflexão conjunta sobre a cooperação entre as entidades. O Município de Nelas expressa publicamente os seus votos de maior sucesso e de um bom comando ao Primeiro-Sargento Gonçalo Marques.

𝟑ª 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 | 𝐏𝐫𝐞́-𝐂𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐚𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐦 𝐀𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐥!

 


A Escola Municipal de Natação de Nelas marcou presença na 3.ª Concentração do Circuito Municipal das Escolas de Natação, que decorreu no passado dia 14 de fevereiro, nas Piscinas Municipais de Arganil, alcançando excelentes resultados.


Os nossos atletas estão de parabéns por mais uma grande prestação, que reflete o empenho, a dedicação e o forte espírito de equipa demonstrados ao longo da competição. Nesta prova, a equipa somou um total de 36 pontos, fruto das classificações obtidas nas diferentes provas disputadas.

A próxima etapa do calendário competitivo realiza-se no dia 14 de março de 2026, nas Piscinas Aguiar da Beira.

Força, equipa!

Junta de Freguesia de Nelas · 🎭✨ Resultado da Votação Carnaval 2026 – Nelas

 


A Junta de Freguesia de Nelas informa que está concluída a Votação Carnaval 2026, que contou com uma participação extraordinária de cerca de 600 respostas.

O resultado apurado foi o seguinte:
🏆 Melhor Grupo de Foliões: [GREGOS E TROIANOS - BAIRRO DA IGREJA]
🏆 Melhor Carro Alegórico: [CAVALO DE TROIA - BAIRRO DA IGREJA]
Queremos agradecer sinceramente a todos os que participaram nesta iniciativa, votando e valorizando o trabalho e dedicação dos grupos Bairro da Igreja e Cimo do Povo, que mais uma vez elevaram o nome do Carnaval da nossa freguesia com criatividade, empenho e espírito festivo.
Esta forte adesão demonstra que o Carnaval de Nelas está vivo, une a comunidade e merece continuar a crescer.
🎉 Para o próximo ano, teremos mais novidades e novos prémios noutras categorias, reforçando ainda mais esta tradição que é de todos nós.
Obrigado por fazerem parte desta festa!



QUANDO A ÁGUA BAIXA, FICA A DESIGUALDADE: OS PEQUENOS PAGAM SEMPRE A FATURA MAIS ALTA

 


Nas catástrofes, a tragédia não é igual para todos.

A natureza não escolhe vítimas.
Mas as consequências económicas escolhem, quase sempre, os mais frágeis.
Sabemos como funciona a realidade: os grandes grupos empresariais, com reservas financeiras robustas, linhas de crédito abertas e estruturas consolidadas, têm muito mais capacidade para absorver o choque, renegociar perdas e recomeçar. Não é privilégio ilegal, é força financeira.
Já as micro e pequenas empresas vivem noutra dimensão.
Vivem do mês a mês.
Do cliente diário.
Da tesouraria curta.
Do equilíbrio frágil.
Quando chega uma tempestade, literal ou económica, muitas ficam sem chão.
Ainda hoje se ouvia o testemunho de um pequeno empresário, dono de uma tipografia em Pombal, que perdeu tudo: máquinas, papel, equipamento. Anos de trabalho arrastados pela força da água. E agora pondera não reabrir. Não por falta de vontade. Mas por falta de meios.
E como ele, há muitos.
Os apoios públicos existem, e são importantes. Mas muitas vezes chegam tarde, são insuficientes ou vêm acompanhados de uma carga burocrática esmagadora para quem, naquele momento, está simplesmente a tentar sobreviver.
Formulários.
Comprovativos.
Prazos.
Exigências técnicas.
Tudo isto quando o empresário perdeu instalações, documentos, ferramentas e, por vezes, até a própria esperança.
Não se trata de atacar ninguém. Trata-se de reconhecer uma realidade estrutural: quem tem menos, sofre mais. Quem tem menos margem financeira, tem menos tempo para esperar. E cada dia parado é um golpe adicional.
As micro e pequenas empresas são o coração da economia local. Criam emprego, fixam pessoas no território, mantêm viva a identidade das cidades e vilas. Quando uma encerra, não fecha apenas uma porta, fecha-se um pedaço da comunidade.
É triste. Mas é real.
Talvez esteja na altura de repensar mecanismos de apoio mais simples, mais rápidos e mais ajustados à dimensão de quem mais precisa. Porque a verdadeira resiliência de um país mede-se pela forma como protege os seus mais vulneráveis, pessoas e empresas.
Quando a água baixa e o mediatismo desaparece, ficam os destroços.
E entre eles, demasiadas vezes, ficam os pequenos a tentar fazer das ruínas um recomeço impossível.
Que não nos habituemos a isso.
Obrigado pela atenção.
Um abençoado e Feliz dia, com muita saúde, tranquilidade e felicidades.
Fiquem bem!
João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

Reflexões de Fernanda Lopes

 


BOM DIA

Sabes… a forma como tratas o outro é que te torna inesquecível, porque é nos detalhes que a tua essência se revela. Ê no tom da tua voz, quando alguém erra, na paciência que tu exerces quando poderias perder o controle, na forma como escolhes acolher em vez de ferir… que te torna inesquecível. Orgulha-te de quem és mas não permitas que as decepções endureçam o teu coração. O mundo já tem dureza demais. Permaneceres sensível é coragem, ê força, ê maturidade. Há pessoas que serão lembradas por aquilo que conquistaram. Tu serás lembrado pelo que fizeste alguém sentir. Sabes, no fim o que eterniza a tua presença não é o barulho que fazes, mas a luz serena que deixas acesa no coração de alguém…!!! Pensa nisto…!!! Um dia muito feliz para todos sempre com Deus no coração

sábado 21 2026

VISEU TROCA A BICICLETA PELO VOLANTE E PREPARA-SE PARA SER O CORAÇÃO DO RALI DE PORTUGAL

 


Não podemos ter tudo, é a realidade da vida e também da gestão pública. Uns concordarão, outros discordarão. Faz parte da democracia. Mas há decisões que marcam um território e esta é, sem dúvida, uma delas.

A partir de 2027, Viseu será o quartel-general do Rally de Portugal, uma das mais emblemáticas provas do Campeonato do Mundo de Ralis, organizada pelo Automóvel Clube de Portugal. Durante pelo menos dois anos, 2027 e 2028, a cidade beirã passará a concentrar toda a base logística do evento, tornando-se o verdadeiro centro nevrálgico da competição.
A decisão implica uma escolha estratégica: Viseu abdica da Volta a Portugal em bicicleta para apostar na chamada “prova rainha” do automobilismo nacional.
É, claramente, uma faca de dois gumes.
Por um lado, perde-se uma tradição ligada ao ciclismo, modalidade com forte enraizamento popular e histórico. Por outro, ganha-se um evento de dimensão internacional, com enorme projeção mediática e impacto económico significativo.
Os números falam por si: um investimento municipal direto anunciado na ordem das centenas de milhares de euros, acompanhado por um retorno estimado muito superior, seja na hotelaria, restauração, comércio, serviços ou promoção turística. Estamos a falar de milhares de pessoas envolvidas durante cerca de duas semanas — equipas, mecânicos, marcas, organização, comunicação social e adeptos.
Mais do que um evento desportivo, trata-se de uma oportunidade estratégica para projetar Viseu e o interior do país, tantas vezes esquecidos nas grandes decisões e nos grandes palcos. O rali não traz apenas motores e adrenalina; traz visibilidade internacional, dinamização económica e afirmação territorial.
Naturalmente, a decisão não é consensual. A oposição questiona valores e transparência, o que é legítimo em democracia. O escrutínio é saudável e necessário. Mas também é legítimo reconhecer que governar implica escolher, e escolher significa, muitas vezes, abdicar de algo para apostar noutra via.
A grande questão não é apenas o investimento. É o retorno.
É o impacto.
É a capacidade de transformar uma mudança num motor de desenvolvimento.
Se correr bem, Viseu poderá afirmar-se como palco central de um dos maiores eventos desportivos do mundo motorizado. Se houver rigor, planeamento e visão estratégica, o interior ganha, e quando o interior ganha, o país equilibra-se.
Mudanças geram sempre debate. Mas, por vezes, são precisamente essas mudanças que abrem novas estradas.
Agora, resta aguardar pelo arranque em 2027, e esperar que o som dos motores traga progresso, dinamismo e sucesso para toda a região.

João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

COZINHA COM HISTÓRIA – SABORES QUE TOCAM O CORAÇÃO

 


Cozinha com História

Quando o sol repousar, a nossa casa é o seu lugar;)


Associação LapaLobo


Boa tarde amigos e sócios da ADCL!

Hoje vamos ter:

- Caldo Verde
- ⁠Mão de Vaca
- ⁠Almofadas de Vitela

Venham ter connosco a partir das 19h30 para saborear os nossos petiscos!

José Poço – O Olhar do Fotógrafo

 




Pormenores do colaborador "Nelas Vista por Mim"

 




Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS

 


Fotografias do ficheiro do Museu da Memória... No Norte conhecidos por albardeiro: os albardeiros eram artesãos fundamentais no Portugal antigo, responsáveis por fabricar e reparar albardas, arreios acolchoados colocados no dorso de animais de carga para que pudessem carregar pesos ou pessoas sem se ferirem.







𝐒𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐚 𝐞𝐝𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐅𝐢𝐦 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐆𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨𝐧𝐨́𝐦𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞 𝐝𝐞 𝟐𝟕 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚 𝟏 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐧𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬, 𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐃𝐚̃𝐨