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sábado 14 2026
Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS
Fotografia do Arquivo Municipal de Lisboa (meados do século XX): antigamente, em Portugal, os vendedores ambulantes de vassouras e cestos eram figuras emblemáticas do comércio de porta-a-porta; muitas vezes chamados de vassoureiros e cesteiros. Muitos destes vendedores eram também os próprios artesãos, os productos: (cestos) eram feitos à mão com matérias-primas naturais como vime, verga, salgueiro, junco e bambu. As vassouras eram de giesta e de palma. Estes vendedores representavam a resistência do comércio tradicional de outrora, facilitando a vida quotidiana com a entrega directa de bens essenciais daquele período.
DIA DO π — O FASCINANTE MISTÉRIO DA MATEMÁTICA
No dia 14 de março celebra-se o Dia do Pi e também o Dia Internacional da Matemática, uma data dedicada a um dos números mais fascinantes e misteriosos da ciência.
O π (Pi) é um número fundamental da matemática que representa a relação entre o perímetro de uma circunferência e o seu diâmetro. Independentemente do tamanho do círculo, o resultado dessa divisão será sempre o mesmo: aproximadamente 3,14159265358…, uma sequência infinita de números que nunca se repete de forma previsível.
Representado pela letra grega π, este número tornou-se um verdadeiro símbolo do universo matemático, despertando curiosidade e admiração em estudantes, cientistas e investigadores de todo o mundo. O estudo de π atravessa séculos de história e continua a fascinar pela sua complexidade e beleza.
A celebração deste dia tem também um objetivo pedagógico muito importante: estimular o interesse pela matemática, incentivar a descoberta do conhecimento e reforçar o lado criativo e lúdico do processo de aprendizagem.
Nas escolas e instituições educativas, esta data é muitas vezes assinalada com atividades, desafios matemáticos, jogos e iniciativas que promovem o convívio e a partilha entre alunos, professores e toda a comunidade educativa.
Mais do que um simples número, π representa o espírito da curiosidade humana, a vontade de compreender o mundo através da lógica, da ciência e do pensamento crítico.
Celebrar o Dia do Pi é, no fundo, celebrar o conhecimento, a descoberta e a beleza da matemática, uma linguagem universal que ajuda a explicar o funcionamento do universo.
Um dia Abençoado com saúde, paz e felicidades, sejam felizes...
Fiquem bem! João Manuel
Odete Marques · #Erasmus+ Portugal – França, Lille Dia 2
A manhã começou com uma calorosa receção e uma visita à escola que nos acolhe em Lille. Foi uma oportunidade para conhecer os espaços, as dinâmicas e o ambiente educativo desta comunidade escolar.
As artes estão por todo o lado — nos corredores, nas salas e nos projetos desenvolvidos pelos alunos, mostrando como a criatividade faz parte do dia a dia da escola. 
Descobrimos também que a inovação tem aqui um lugar de destaque, onde se desenvolvem projetos de robótica, promovendo a aprendizagem através da tecnologia, da colaboração e da experimentação.
Mais um dia de partilha, descoberta e inspiração no nosso percurso Erasmus+.
As viagens de Lyse Kitz - Viana do Castelo
Além da cultura e
da história, a cidade oferece praias extensas, natureza envolvente e uma
gastronomia rica, marcada pelo peixe fresco e pelos sabores típicos do Minho.
Assim, Viana do Castelo apresenta-se como uma cidade onde tradição e
modernidade convivem em harmonia .
Robson Costa · Ó meu filho, tu vês estas vinhas aí em baixo...?
Ó meu filho, tu vês estas vinhas aí em baixo...?
Ela olha para o neto, segura a chávena com as mãos enrugadas e diz, com a voz serena de quem já viveu quase um século:
Ó meu filho, tu vês estas vinhas aí em baixo?
Cada cacho de uva tem mais história do que muita gente imagina…
E começa.
Fala das vindimas, quando a aldeia inteira descia para os campos ainda antes do nascer do sol. Homens, mulheres, crianças. Riso alto, mãos manchadas de roxo, o cheiro doce da uva esmagada nos lagares de pedra.
Não era só trabalho, era união.
Era comunidade.
Era vida partilhada.
"Conta" do bacalhau que chegava salgado, duro como pedra, mas que na mesa se transformava em festa.
Havia pouco, mas sabíamos fazer muito, diz ela.
O bacalhau na consoada, nas sextas-feiras, nos dias grandes. Receitas que não estavam escritas, estavam guardadas na memória e nas mãos.
Aponta para as encostas prateadas ao longe:
E os olivais…
ah, os olivais.
Fala da apanha da azeitona, das redes estendidas no chão, do frio que cortava a pele, do azeite novo a escorrer verde e espesso.
Ouro líquido.
Sustento de um ano inteiro.
Trabalho duro, mas honesto.
O neto escuta.
Talvez não perceba tudo agora.
Mas algo fica.
Porque as aldeias portuguesas guardam nos seus baús aquilo que o mundo moderno não mostra.
Não dá likes.
Não vira tendência.
Guardam sacrifício.
Guardam sabedoria.
Guardam raízes.
Enquanto as cidades crescem, as aldeias envelhecem.
Enquanto o mundo corre, os campos esperam.
O futuro da agricultura portuguesa pode estar justamente no passado, na forma como se respeitava a terra, no ritmo das estações, na paciência de esperar o tempo certo da colheita.
Essa geração está cansada, é verdade.
Mas carrega um tesouro que não pode ser enterrado com ela.
Se não ouvirmos agora, perderemos mais do que histórias.
Perderemos técnicas, tradições, palavras antigas, modos de viver que ensinavam sustentabilidade antes mesmo de a palavra existir.
As aldeias não são apenas lugares.
São identidade.
São resistência.
São Portugal na sua forma mais pura.
Talvez o verdadeiro progresso não seja esquecer o passado, mas registá-lo.
Contá-lo.
Valorizá-lo.
Porque um país que abandona as suas aldeias…
abandona as suas raízes.
E tu, quando foi a última vez que ouviste a história de alguém que trabalhou a terra com as próprias mãos?
sexta-feira 13 2026
Odete Marques · #Erasmus + Portugal - França, Lille Dia 1 - Partida
Dia 1 - Partida
Aqui vamos nós para mais uma aventura!
10 alunos do 8° e 9° ano, 2 professoras acompanhantes e 3 professoras em Job shadowing.
Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS
Lembro-me muito bem que, em casa dos meus familiares, tinham igualzinho a este da fotografia, só que maior... Quem se lembra de que, em décadas já tão distantes, se usavam este suporte para colheres?!
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