terça-feira 24 2026

𝟐º 𝐅𝐢𝐦 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐆𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨𝐧𝐨́𝐦𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐧𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬: 𝐑𝐞𝐬𝐭𝐚𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐎 𝐏𝐞𝐥𝐨𝐮𝐫𝐢𝐧𝐡𝐨


Virgínia Costa - RECORDANDO VELHOS TEMPOS

 


História: antigamente, a castanha era conhecida como a "árvore do pão", sendo a principal base de subsistência do inverno português... Mais do que o sabor da terra, as castanhas ao lume são o calor da nossa memória. Entre o fumo que sobe e o estalar da casca nas brasas, renova-se a cada outono o milagre da partilha. Que nunca se apague este lume que, há séculos, aquece a alma e celebra o pão da nossa história.

Termas da Felgueira - O momento que tanto esperávamos está quase a chegar!

 


É com muito entusiasmo que anunciamos a reabertura das Termas da Felgueira no próximo dia 6 de março. Depois de uma breve pausa, estamos prontos para voltar a ser o seu refúgio de saúde e bem-estar.

😍Estamos ansiosos por rever rostos conhecidos e dar as boas-vindas a quem nos visita pela primeira vez.
🧳Prepare as malas, respire fundo e venha cuidar de si. Nós estamos de braços abertos à sua espera!
📍Abertura: 6 de Março
📆Agende a sua Consulta ou o seu tratamento de Bem-estar
📨termas@termasdafelgueira.pt 📞232945000

𝑬𝒔𝒕𝒆 𝒔𝒂́𝒃𝒂𝒅𝒐 𝒉𝒂́ 𝒄𝒐𝒏𝒕𝒐𝒔… 𝐞 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐭𝐞 𝐞́ 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐬 𝐟𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚𝐬!

 


Histórias que alimentam o coração e uma oficina criativa para exercitar a imaginação. É já no dia 28 de fevereiro, às 16 horas, na Biblioteca Municipal António Lobo Antunes

🎯 𝐏𝐚𝐫𝐚 𝐟𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝟒 𝐚𝐨𝐬 𝟖 𝐚𝐧𝐨𝐬. 𝐋𝐢𝐦𝐢𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐚 𝟏𝟒 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐬 + 𝟏 𝐚𝐝𝐮𝐥𝐭𝐨 𝐚𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚𝐧𝐭𝐞.
📝𝐈𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐨𝐛𝐫𝐢𝐠𝐚𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚𝐬 𝐚𝐭𝐞́ 𝟐𝟔/𝟎𝟐.
𝐆𝐚𝐫𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐥𝐮𝐠𝐚𝐫: https://forms.gle/tYS4fpiTNbygtfPc8
ℹ️ 232 940 141 ou geral.biblioteca.municipal@cm-nelas.pt

Robson Costa · FÁBRICA DE PIROLITOS EM VILAR SECO

 


Você sabia!

Ajude nos a contar essa história nos comentários
A Fábrica de pirolitos em Vilar Seco, freguesia do concelho de Nelas (distrito de Viseu, Portugal), refere-se a uma pequena unidade industrial típica das décadas de meados do século XX em Portugal rural, dedicada à produção de pirolitos (ou pirolitos/gazosas), uma bebida gaseificada refrescante, frequentemente com bola de vidro como válvula (sistema de garrafa com rolha de vidro esférica pressionada por pressão interna).
História e Contexto
Os pirolitos eram muito populares em Portugal entre as décadas de 1930 -1970,especialmente em festas, romarias e feiras locais.
Produziam-se em pequenas fábricas familiares ou artesanais, usando água local, açúcar, essências e gás carbónico. Em regiões como Beiras (incluindo Nelas e arredores), essas fábricas eram comuns para abastecer eventos tradicionais, como as festas de Vilar Seco (agosto).
A fábrica de Vilar Seco é mencionada em memórias e relatos nostálgicos, associada a bebidas refrescantes como laranjadas e pirolitos mergulhados em gelo, vendidos em tinas de madeira durante festas.
Era comparada ou concorrente com outras da região, como os refrigerantes Condestável (de Abrunhosa do Mato, Mangualde) e Estrêla da Beira (também ligado a Vilar Seco ou Horácio de Figueiredo, também chamado de Horácio de Figueiredo Morais).
Trata-se de uma indústria local pequena, provavelmente artesanal/familiar, que marcou a memória coletiva das festas da aldeia.
Em 2009, num comentário num blog sobre a fábrica Condestável, um investigador de fábricas de pirolitos em Portugal mencionou explicitamente a existência de uma em Vilar Seco (Nelas), contrariando informação inicial da autarquia de Nelas (que negou existência de fábrica no concelho).
Isso sugere que era uma operação modesta, não registada em arquivos oficiais maiores ou esquecida no tempo.
Ano de Fundação/Atividade
Não há data exata documentada publicamente. Pelo contexto de relatos e comparações com fábricas semelhantes (Condestável, Serra d’Ossa, etc.), a atividade principal situava-se provavelmente entre décadas de 1940-1960/1970, coincidindo com o auge dos pirolitos artesanais em Portugal.
Muitas encerraram com a chegada de refrigerantes industriais (como Sumol, Compal ou marcas estrangeiras).
Sócios/Fundadores
Não há registos públicos detalhados de nomes de sócios ou proprietários. Pelo caráter local e familiar, era provavelmente gerida por moradores ou famílias de Vilar Seco.
Há comentários que mencionam ligações a figuras como Horácio de Figueiredo (associado a refrigerantes Estrêla da Beira em contexto próximo), mas sem confirmação direta de sociedade na fábrica de pirolitos de Vilar Seco.
Fabricação/Processo
• Produto principal: Pirolitos (bebida gaseificada, muitas vezes neutra ou com sabores como limão/laranja).
• Características: Garrafas reutilizáveis com bola de vidro (esfera que vedava a garrafa sob pressão do gás).
• Processo artesanal: Mistura de água local (provavelmente de fontes da região), xarope/açúcar, essências/frutos (limão, laranja), ácido cítrico e carbonatação manual ou semi-manual. Engarrafamento e venda local, especialmente em festas.
• Escala: Pequena produção, para consumo regional (festas de Vilar Seco, romarias, merendas). Vendiam-se em tinas com gelo para refrescar.
Hoje, é um elemento de património imaterial e memória local das Beiras, evocando saudades de bebidas tradicionais.
Fábricas semelhantes existem documentadas em outros locais (ex.: Correnteza/Alemães no Seixal, Melgaço, Espinho, Alentejo), mas a de Vilar Seco permanece mais na oralidade e memórias pessoais do que em arquivos formais.
Atualmente, restam memórias afetivas (saudade das festas antigas) e algumas garrafas antigas pirogravadas, com a inscrição “Pirolito Moderno - Refrigerantes Horácio de Figueiredo - Vilar Seco - Nelas”. Isso prova a existência concreta.
Aos moradores de Vilar Seco e arredores que tiverem mais detalhes (como nomes de famílias ou fotos), posso ajudar a aprofundar essa história.
Gostou!
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segunda-feira 23 2026

UM MINISTÉRIO DIFÍCIL PARA UM PERFIL FORTE

 


A escolha de Luís Montenegro recaiu sobre Luís Neves para assumir o Ministério da Administração Interna, uma decisão que não deixa ninguém indiferente.

Luís Neves é um nome associado ao combate à criminalidade organizada e à investigação complexa. Construiu percurso na Polícia Judiciária, onde ganhou notoriedade pública, também pela sua presença mediática e capacidade comunicacional. É visto por muitos como um profissional competente, experiente e conhecedor profundo do sistema de segurança.
Mas o Ministério da Administração Interna é muito mais do que investigação criminal.
É coordenação política.
É gestão de tensões institucionais.
É equilíbrio entre forças com culturas diferentes.
Sob a sua tutela estarão a Polícia de Segurança Pública, a Guarda Nacional Republicana, os Bombeiros e a Proteção Civil, áreas altamente sensíveis, com reivindicações próprias, identidades fortes e, historicamente, relações nem sempre harmoniosas entre si.
Não é segredo que, ao longo dos anos, as relações institucionais entre PJ, PSP, GNR, e até PJ e Alfândegas, nem sempre foram marcadas por total cordialidade ou cooperação fluida. São estruturas diferentes, com estatutos, missões e culturas organizacionais distintas. Gerir isso exige visão estratégica e capacidade de mediação.
Há também quem recorde episódios passados em que o aparato operacional levantou dúvidas quanto à proporcionalidade ou à necessidade mediática de determinadas ações. Essas críticas fazem parte do debate público. Mas o que verdadeiramente conta agora é o desempenho futuro.
Ser um bom investigador não é automaticamente o mesmo que ser um bom ministro.
Ser ministro exige:
capacidade política,
visão reformista,
articulação interinstitucional,
autoridade serena,
e sentido de Estado.
O Ministério da Administração Interna é dos mais complexos do Governo. Envolve segurança, proteção civil, coordenação em crises, diálogo sindical, gestão de carreiras, investimento em meios e tecnologia, e reformas estruturais há muito adiadas.
Há quem defenda uma reforma mais profunda do sistema de segurança interna, eventualmente com maior articulação com as Forças Armadas em determinadas áreas estratégicas. Há também um sentimento generalizado de que os Bombeiros merecem maior valorização e respeito institucional.
Luís Neves terá agora a oportunidade de provar que consegue ir além da investigação criminal e assumir uma visão abrangente da segurança em Portugal.
O desafio é enorme.
As expectativas são altas.
As áreas são sensíveis.
Resta esperar que o novo ministro privilegie diálogo, reforma estruturada e estabilidade institucional, porque segurança não é espetáculo, é responsabilidade permanente.
O tempo dirá.

João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

Ana Gomes · FORMAÇAO FINANCIADA INICIO A 13 DE MARÇO

 


Tiago Fonseca · Com a mesma dedicação de sempre, pronto para continuar. Eleições dia 28

 


Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS

 


O barqueiro: antigamente, em Portugal, a presença de barqueiros eram comum em terras banhadas por rios. Estes homens faziam a passagem para o outro lado da margem, a figura do barqueiro estar eternizado em fados e cantigas populares, muitas vezes associada à dureza da vida no rio e à perigosidade das correntes... Deixo aqui a minha homenagem com grande carinho, nesta frase que remete ao espírito desta antiga profissão: "Ó barqueiro, dê cá um jeito à barca e leve-nos a outra banda, que o rio hoje corre com pressa" .

As escolhas do Benjamim Abrantes


 Um relógio sem ponteiros não anda. Uma bicicleta sem rodas é só uma bicicleta e também não anda. Assim somos nós sem amigos. Incompletos. Os amigos são os nossos ponteiros e as nossas rodas, orientam-nos em momentos de tempestade e indecisão e incentivam-nos a caminhar quando nos apetece deixar andar. Os amigos estão presentes em todas as horas e são os nossos companheiros de viagem. Quando é preciso, vão ter connosco a meio da noite ou a meio do caminho. A amizade não tem hora marcada, mas nunca se atrasa.

lado.a lado

1930 Locomotiva junto à Companhia Portuguesa de Fornos Elétricos em Canas de Senhorim

 


Pesquisa Germano Simão

domingo 22 2026

GIRONA FC TEM COMO MASCOTE A CANYA, UMA CADADELA LABRADOR

 


A Canya representa um castor (animal muito associado ao trabalho, à persistência e à construção), simbolizando o espírito lutador e resiliente do clube da Catalunha. O nome “Canya” remete também para a expressão catalã “donar canya”, que significa algo como “dar tudo”, “acelerar”, “ir com força”, muito ligada à atitude competitiva dentro de campo.

A mascote aparece frequentemente:
nos jogos em Montilivi,
em ações com adeptos e crianças,
em campanhas promocionais e eventos do clube.
É um símbolo de identidade, proximidade e energia positiva, algo cada vez mais importante no futebol moderno.
Canya é uma verdadeira doçura, os adeptos do Girona FC e as crianças adoram esta bela cadela...

João Manuel

Cidália Sousa - O Murmúrio do Silêncio

 


Ouvindo o murmúrio do silêncio...

Encontro-me, abstracta...

Completamente alheia, a todo e

Qualquer som vindo do mundo exterior.

Sinto que o viver... é deixar fluir esta

Sensação de liberdade infinita,

Que se envolve ao meu redor...

Onde meus olhos não têm alcance

Para mais ver...

Onde meus ouvidos não têm mais

Audição para ouvirem...

onde... minha garganta

Por mais que se quisesse libertar

Não teria força!...nem para um eco ser ouvido...

 

 

SOL

Virginia Costa - Antiguidades

 






Município de Nelas e GNR reforçam cooperação em encontro com novo Comandante de Posto

 


O Presidente da Câmara Municipal, Joaquim Amaral, deu as boas-vindas, nos Paços do Concelho, ao novo comandante do Posto Territorial de Nelas, o Primeiro-Sargento Gonçalo Marques, que se encontra em funções desde o passado dia 10 de fevereiro de 2026.

No encontro, que contou com a presença do Executivo Municipal e dos representantes do Destacamento Territorial de Mangualde — o Comandante, Tenente Figueiredo, e o seu Adjunto, Alferes Almeida —, foram abordadas questões prioritárias relacionadas com a segurança no concelho de Nelas, designadamente nas áreas e projetos assegurados por esta força militar.
Nesta visita de cortesia e de apresentação de cumprimentos, o novo Comandante da GNR manifestou total disponibilidade para uma cooperação mútua com o Município, focada na salvaguarda das melhores condições de segurança de pessoas e bens.
A ocasião serviu para reforçar os laços institucionais e permitir uma reflexão conjunta sobre a cooperação entre as entidades. O Município de Nelas expressa publicamente os seus votos de maior sucesso e de um bom comando ao Primeiro-Sargento Gonçalo Marques.