segunda-feira 09 2026

ANTÓNIO JOSÉ SEGURO: A VITÓRIA DE QUEM SOUBE ESPERAR


 Uma derrota do PS e uma lição de política com tempo e dignidade

A vitória de António José Seguro é, na minha opinião, uma derrota estrondosa do Partido Socialista.
Ponto final.
Contra isto, pouco há a dizer.
É a vitória de um homem que soube esperar.
Que soube sair.
Que soube calar.
Que soube resistir.
Num tempo em que muitos querem chegar ao poder a qualquer custo, Seguro escolheu outro caminho: o da paciência, da inteligência e da dignidade.
Dentro do PS, diziam que não reunia os mínimos.
Que era fraco.
Que dizia banalidades.
Que não acrescentava nada.
Partiu com sondagens de 6%.
Era visto como o “patinho feio” do partido.
Foi empurrado para fora.
Escorraçado politicamente.
A ala mais à esquerda do PS, apoiada por supostas elites internas, tratou-o como um problema a resolver, e resolveu-o afastando-o.
Na altura, António Costa foi decisivo nesse processo.
Seguro saiu da vida política ativa.
Desapareceu do espaço mediático.
Não foi comentador.
Não procurou protagonismo.
Não se queixou.
Durante quase onze anos, manteve-se fora da ribalta.
E isso foi, talvez, a sua maior jogada política.
Deixou o tempo trabalhar por ele.
Deixou que a história se encarregasse de fazer justiça.
Hoje, esta vitória é exclusivamente sua.
Não é do PS.
Não é das correntes internas.
Não é das estratégias partidárias.
É de António José Seguro.
O mesmo partido que parecia ter vergonha dele…
Hoje devia ter vergonha de si próprio.
Porque levou uma verdadeira “banhada” política.
Uma derrota clara.
Sonora.
E reveladora.
Esta vitória expõe erros antigos.
Mostra como o PS afastou quadros moderados, equilibrados e experientes.
Mostra como privilegiou lógicas internas em vez de mérito.
E ajuda a explicar porque o partido está hoje como está.
Talvez esta lição sirva para alguma coisa.
Talvez agora percebam que não se constrói futuro afastando quem pensa diferente.
Que não se governa apenas com jogos de poder.
Que não se elimina talento por conveniência.
Hoje, o PS tem um líder mais moderado: José Luís Carneiro.
Pode ser uma oportunidade para se endireitar.
Para reencontrar equilíbrio.
Para recuperar credibilidade.
Quanto a António José Seguro, merece reconhecimento.
Saiu derrotado.
Voltou vitorioso.
Sem ruído.
Sem vingança.
Sem espetáculo.
Apenas com tempo, trabalho e coerência.
Numa política cada vez mais marcada pela pressa e pelo oportunismo, esta é uma lição rara.
E valiosa.
Uma Santa e Feliz Noite com saúde e tranquilidade, fiquem bem!
João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

As escolhas de Benjamim Abrantes


 Dizem que a intensidade assusta,

mas o que seria da vida sem o fogo que nos move?
É mergulhar fundo onde outros têm medo de molhar os pés.
É ser entrega, verdade e transparência em cada olhar.
Reflexões da Alma

Resultado das depressões que tem assolado o Concelho - 3

 







Concelhia do Chega de Nelas

 




Queremos expressar o nosso profundo agradecimento aos 2.351 eleitores do concelho de Nelas que confiaram o seu voto em
André Ventura. Esse apoio representa um sinal de força e confiança que muito valorizamos.

Um especial obrigado para as gentes de Vilar Seco que mais uma vez nos deram a vitória na freguesia.
Saudamos também todos os cidadãos que exerceram o seu direito de voto, independentemente da escolha feita — é assim que a democracia se fortalece e se faz ouvir a vontade do povo.
Endereçamos os parabéns ao vencedor, desejando-lhe um mandato produtivo e ao serviço de todos.
Da nossa parte, continuaremos a trabalhar com determinação pelo concelho de Nelas, sempre com o mesmo compromisso de defender os interesses dos nelenses e contribuir para um futuro melhor para todos.

Opinião de António Santos

 


E eu que não sou de politiquices!

Hoje, os descendentes dos Heróis do Mar (e não só) elegeram o próximo Presidente da República Portuguesa (PR).
Pela segunda vez após a Revolução de abril de 1974, fomos às urnas duas vezes para o efeito.
Na primeira vez, uma algazarra qualquer e uma
chapada rasante na bochecha do " bochechas", na Marinha Grande, deu a oportunidade a Mário Soares de ocupar o lugar de PR durante 10 anos. Ramalho Eanes não teve alternativa! Só podia! Jorge Sampaio, um "cenoura" que nunca consegui engolir, magistério que muitos elogiaram mas que, para mim, canense, nado e criado, não convenceu, antes pelo contrário. Depois de, na Assembleia da República(AR), Canas de Senhorim e Fátima terem sido elevadas a concelho, deixou que o povo rejubilasse, festejasse a sua nova condição, a sua autonomia, para um mês depois vetar a resolução da AR, onde todos os partidos votaram a favor exceto o seu, o PS. Não lhe perdoo.
O Partido "chuxalista", que levou o país várias vezes a uma situação de banca rota iminente!
Cavaco Silva, um homem de poucas simpatias mas assertivo, depois de ir fazer a rodagem ao novo carro até à Figueira da Foz, saiu de lá como presidente do PSD.
Foi primeiro-ministro durante 10 anos, com duas maiorias absolutas, graças ao PRD(desaparecido em breves anos) que tinha por trás Ramalho Eanes e que tinha alcançado quase 20% dos votos nas legislativas, liderado por um tal Martinho.
Dinheiros da UE permitiram a construção de vias rodoviárias e de muitas infraestruturas importantes.
Depois disto, a presidência da Nação era inevitável. Dois mandados com votação "confortável".
Marcelo, o ainda PR, o homem dos afetos, foi gerado na TV. Um homem bom, honesto, mas mole, subjugado em muitas situações, não sabendo defender Portugal e a portugalidade.
Dos candidatos a esta eleição para suceder a Marcelo, muitos, grande parte ridículos. O que espera um candidato apoiado pelo Livre, pelo Bloco, pelo PCP e afins? Ganham visibilidade, é certo, verborreiam, aproveitam para fazer uma campanha eleitoral que não corresponde ao cargo a que se candidatam. Houve um, cujo partido tem assento na AR, que foi menos votado que aquele que prometia Ferraris e vinho canalizado para todos (?). E aquele que percorria o país vestido de D. Afonso Henriques? Não acham que devia haver um "casting" para candidatos? E, também (perdoem-me) para eleitores? Candidatam-se por gozo e votam sem saber o que estão a fazer, qual a eleição, o objetivo, a pertinência!
Dos candidatos a PR, falando dos que tinham hipóteses, Marques Mendes tentou seguir a estratégia de Marcelo.Tempo de antena na TV, semanalmente. Não funcionou. O almirante tentou tirar partido do seu desempenho na pandemia/COVID. Não funcionou (para mim, apresentou-se muito cedo).
O ex- líder da Iniciativa Liberal não conseguiu impor o seu charme moderno e "liberal".
O que sobrou? Seguro e Ventura.
O primeiro sofreu a indiferença do seu próprio partido, talvez motivado pela "remodelação" interna. O PS, assim como o PSD, não conseguiram " arranjar" um candidato.O PSD, desesperadamente, não teve outra opção senão apoiar Mendes, tardiamente.
Já Ventura, que não queria ser PR (ele quer ser primeiro ministro) atirou-se para esta a ...Ventura para promover o Chega! Se não fosse ele, onde é que o Chega ia encontrar um candidato presidencial? Aliás, ele é o candidato do Chega a todas as eleições!
Ventura, uma espécie de "adolescente irritado", que também teve visibilidade televisiva como comentador desportivo, ainda por cima defendendo o Benfica, ajudou-o a atingir este patamar.
Depois de tudo isto, Seguro ganha as eleições com praticamente o dobro da votação de Ventura, ganhando em todos os distritos e bate o recorde de votos numa eleição presidencial.
Acham isto normal? Que gente é que nós somos? Como viramos o bico ao prego de um dia para o outro? Por exemplo, Ventura ganha em todos os concelhos da Madeira (?) na primeira volta, mas na segunda volta não ganha em lado nenhum e Seguro vence. O que vai na cabeça dos eleitores? Tenho a minha opinião mas não sei se é "cientificamente correta", como as sondagens!
Outra coisa que me intriga é o que se passou no Algarve, Faro, onde o Chega tem dado cartas. Na segunda volta, Ventura perde para Seguro! Não é estranho?
É os bastiões comunistas? Onde ninguém entrava. Agora o Chega tem votações inimagináveis há alguns anos atrás. No mínimo, estranho! Algo está errado na nossa sociedade e o populismo alimenta-se disso.
Enfim, uma segunda volta com dois candidatos pouco prováveis e, consequentemente, um PR eleito também pouco provável!
Acredito que Seguro tenha as capacidades mínimas para levar a cabo esta magistratura, o mais elevado magistério da nação.
Apeteceu-me desabar, mas não contem comigo para politiquices.

𝐒𝐞𝐠𝐮𝐧𝐝𝐚 𝐞𝐝𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐅𝐢𝐦 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐆𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨𝐧𝐨́𝐦𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞 𝐝𝐞 𝟐𝟕 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐚 𝟏 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 𝐧𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬, 𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐃𝐚̃𝐨

 


Após o sucesso da primeira edição, o 𝐅𝐢𝐦 𝐝𝐞 𝐒𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐆𝐚𝐬𝐭𝐫𝐨𝐧𝐨́𝐦𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐞𝐥𝐡𝐨 regressa ao Concelho de Nelas. Durante os 𝐝𝐢𝐚𝐬 𝟐𝟕 𝐞 𝟐𝟖 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐞 𝟏 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐫𝐜̧𝐨, o coelho será a iguaria da restauração local, prometendo despertar os sentidos tradicionais de todos os que usufruam deste Fim de Semana Gastronómico. O produto será confecionado de diferentes modos, resultando em diferentes sugestões que conjugam a tradição com a inovação gastronómica. Prepare-se para uma verdadeira explosão de sabores harmonizada com o néctar da região, o vinho do Dão.

Este é mais um Fim de Semana Gastronómico promovido pelo Município de Nelas no âmbito do projeto "𝐀̀ 𝐌𝐞𝐬𝐚 𝐧𝐨 𝐂𝐨𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐃𝐚̃𝐨", que visa preservar a identidade gastronómica local, estimular e promover a sua inovação, valorizar os produtos locais, promover os serviços deste setor e dinamizar a restauração local.
As 𝐢𝐧𝐬𝐜𝐫𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 para os restaurantes do Concelho que pretendam aderir a esta iniciativa encontram-se a decorrer 𝐚𝐭𝐞́ 𝐚̀ 𝐩𝐫𝐨́𝐱𝐢𝐦𝐚 𝐬𝐞𝐱𝐭𝐚-𝐟𝐞𝐢𝐫𝐚, 𝐝𝐢𝐚 𝟔 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨. Para mais informações, contacte o Município de Nelas através do email municipio.nelas@cm-nelas.pt ou do telefone 232 941 300.
Desfrute da oferta diversificada e rica da Gastronomia e Enoturismo deste território em https://www.visitnelascoracaododao.pt/
𝐑𝐞𝐬𝐞𝐫𝐯𝐞 𝐣𝐚́ 𝐧𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐚𝐠𝐞𝐧𝐝𝐚!
Fique atento, brevemente daremos a conhecer os restaurantes aderentes e mais informações.

Opinião de Mafalda Lopes

 


A palavra do dia para além de Seguro deverá ser “expressiva”!

Que expressiva vitória.
Prevaleceu a decência, a educação, a substância, a preparação, aliada à moderação e ao bom senso.
O aventureiro político, assumido admirador de Salazar, foi hoje colocado no lugar que lhe corresponde.
A demagogia, a mentira e a berraria não ampliam votação.
O fascismo não nos representa; a democracia que defendemos assenta na liberdade, na defesa da nossa constituição, no humanismo, na dignidade e no respeito mútuo.
Rejeitamos quaisquer retrocessos civilizacionais, bem como discursos enraizados no preconceito e no ódio racial.
Rejeitamos também narrativas que distorcem e instrumentalizam os valores alegadamente cristãos para justificar exclusão e intolerância.
O humanismo democrático não dá passos atrás — e hoje ficou evidente de que lado se encontra a maioria.

Virgínia Costa RECORDANDO VELHOS TEMPOS


 Não sou escritora, mas ao ver fotografias antigas, sinto uma grande nostalgia e fico a imaginar o que poderia ter acontecido... Então, as palavras vão fluindo ao descreve-las: repousam num canto esquecido, a guardar o pó nas dobras de couro cansado. Estes sapatos, de solas gastos pelo tempo, são arquivos silenciosos de caminhos que já ninguém decorre. Cada vinco na pele curtida é uma ruga de memória: o eco de bailes antigos, a pressa de encontros marcados sob a chuva e do peso de quilómetros de esperança. O brilho de outrora deu lugar a uma pátina de saudade, mas na sua mudez, ainda conservam a forma exacta dos pés que o habitaram. São restos duma elegância de outro tempo, a resistir ao esquecimento com a dignidade de quem muito caminhou.



domingo 08 2026

Que coisa linda ! Será que custa muito andar uns metros e deitar noutros contentores?

 




As escolhas do Benjamim Abrantes



 Nós não somos perfeitos.

E nunca seremos.
Todos nós carregamos erros.
cicatrizes, decisões que faríamos diferente hoje.
e palavras que ainda pesam na alma.
Mas enquanto houver vida,
sempre haverá chance de ser melhor.
Para aprender com o tropeço,
para pedir perdão com humildade,
para perdoar com o coração,
para mudar o que antes nos prejudicava
e não repetir o que nos quebrou.
Ser melhor não é não falhar,
é não desistir.
É levantar-se com mais consciência,
amar com mais verdade,
falar com mais cuidado
e viver com mais intenção.
Perfeição não existe,
mas a vontade de crescer sim.
E cada dia é uma nova página
para escrever uma versão mais honesta,
mais forte
e mais humana de nós mesmos.
D.R.

VIVA A DEMOCRACIA, MESMO NO MEIO DA TEMPESTADE


 Quando tudo falta, a dignidade permanece


Apesar de tudo o que as pessoas estão a viver, e que é, na verdade, um drama autêntico, há hoje em Leiria um exemplo que nos deve encher de orgulho.
Falamos de cidadãos que perderam quase tudo.
Casas. Bens. Memórias. Segurança.
Vidas inteiras construídas ao longo de décadas, destruídas em poucos dias.
Falamos de famílias que ficaram sem água, sem luz, sem comunicações.
De pessoas que ainda hoje vivem na incerteza, na angústia, no medo.
E, mesmo assim, nesta manhã, muitos dos membros das mesas de voto, também eles afetados pela calamidade, levantaram-se, vestiram a dignidade e foram exercer a democracia.
Foram servir o país.
Foram dar um exemplo.
É impossível não sentir respeito.
É verdade: muitos cidadãos estão desiludidos com a classe política.
E, na sua grande maioria, têm razões para isso.
Esta sucessão de tempestades mostrou fragilidades graves.
Mostrou falta de prevenção.
Falta de resposta.
Falta de apoio rápido e eficaz.
Mostrou que, em momentos críticos, muitos ficaram entregues a si próprios.
Sem ajuda.
Sem informação.
Sem conforto.
E isso dói.
Isso revolta.
Isso deixa marcas.
Mas, mesmo no meio da dor, o povo não baixou os braços.
Hoje, milhares de portugueses vão votar.
Com dificuldades.
Com cansaço.
Com feridas ainda abertas.
Mas vão.
Porque sabem que a democracia é frágil.
E que precisa de ser cuidada todos os dias.
Porque sabem que, apesar de imperfeita, continua a ser o melhor regime que conhecemos.
Já imaginaram esta calamidade numa ditadura?
Num regime autoritário?
Sem voz.
Sem escolha.
Sem liberdade?
Nem vale a pena imaginar.
Hoje, votamos também por isso.
Pela liberdade.
Pela dignidade.
Pelo direito de decidir.
Mesmo que nenhum candidato entusiasme plenamente.
Mesmo que exista descrença.
Mesmo que haja dúvidas.
Hoje não votamos apenas em pessoas.
Votamos no direito de escolher.
Votamos no futuro.
Votamos na esperança.
E talvez não seja coincidência que o sol tenha aparecido logo pela manhã, como quem diz:
“Continuem. Não desistam.”
Que este dia seja lembrado como o dia em que, no meio da tempestade, o povo escolheu a democracia.
Viva a democracia.
Viva o povo português.
Viva quem não desiste.
Hoje, juntos, vamos vencer, sem margem para dúvidas.

João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

Opinião de Manuel Henriques


 Hoje vamos ter uma noite curiosa:

1. O derrotado, provavelmente de forma expressiva, vai dizer que venceu.
2. O partido onde está filiado o vencedor - e que o tratou como enjeitado até janeiro deste ano - vai colocar-se em bicos dos pés vendo vagas de mudança que não existem.
É só esperar umas horas.
O provável vencedor é uma pessoa séria e é eleito por ele ( ou por causa do outro) mas sem dever nada a partidos e barões.
Outros vencedores serão aqueles que acreditam que o silêncio é de ouro.

Resultado das depressões que tem assolado o Concelho - 2

 







As escolhas de Benjamim Abrantes

 


"Quem esteve lá dentro, quem joga, quem se senta no banco, quem jogou... são aqueles que falam com mais cuidado sobre quem lá esteve ou está.

Muitas vezes, as críticas vêm de quem nunca teve oportunidade sequer de estar num balneário... há quem nunca tivesse entrado num balneário.
Isto é um pouco estranho.
Quem nunca lá esteve é quem mais critica.
Eu não estou a dizer que não critique, mas quem nunca lá esteve fala com algum... não sei... mas às vezes não gosto da facilidade com que se fala ou do Rui Borges ou do Mourinho... epa, desculpem.
Vejo às vezes o querer...' Ah foi bom mas já não é. '
Eu muitas vezes dizia ao Salah:
Querem todos ganhar o que tu ganhar, mas ninguém quer passar o que já passaste.
Rui Vitória.

𝐈𝐗 𝐍𝐄𝐋𝐀𝐒 𝐓𝐑𝐀𝐈𝐋 𝐑𝐔𝐍𝐍𝐈𝐍𝐆 - 𝟏 𝐌𝐀𝐑Ç𝐎 𝟐𝟎𝟐𝟔


 A 𝟵.ª 𝗲𝗱𝗶ç𝗮̃o do 𝐍𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐓𝐫𝐚𝐢𝐥 𝐑𝐮𝐧𝐧𝐢𝐧𝐠 está a chegar.

Onde cada trilho conta uma história,
onde cada subida testa a tua determinação,
e cada chegada à meta é celebrada como uma conquista.
Mais do que uma prova, é uma experiência.
Mais do que um desafio, é uma partilha.
𝐈𝐧𝐬𝐜𝐫𝐞𝐯𝐚-𝐬𝐞 em https://acorrer.pt/eventos/4118/info
💪
⏳ FALTAM 12 DIAS PARA O FIM DA 1ª FASE DE INSCRIÇÕES!
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✔️ Caminhada – 10 km
✔️ Mini-Trail – 10 km
✔️ Trail Curto – 15 km
✔️ Trail Longo – 25 km
📅 1 de março de 2026
📍 Nelas - Viseu
Organização | 𝘿Ã𝙊 𝙉𝙀𝙇𝘼𝙎 𝙍𝙐𝙉𝙉𝙀𝙍𝙎
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