quinta-feira 12 2026

PRECISAMOS DE MAIS RODRIGOS

 


Num tempo em que tantas vezes somos confrontados com notícias negativas, surge, felizmente, uma história que nos devolve esperança, orgulho e confiança no futuro.

Rodrigo, um menino de apenas nove anos, tornou-se um verdadeiro herói. Ao ver a mãe desmaiar no carro após uma paragem cardíaca, não entrou em pânico. Ligou para o INEM, explicou com clareza a situação, seguiu todas as instruções, manteve a calma e ainda conseguiu tranquilizar os irmãos mais novos.
Vi o vídeo e confesso que fiquei profundamente impressionado. A serenidade, a maturidade e o sentido de responsabilidade demonstrados por esta criança são verdadeiramente extraordinários.
“A minha mãe tem um problema no coração.” Com esta frase simples, Rodrigo iniciou uma chamada que acabaria por salvar uma vida.
Do outro lado da linha estava João, assistente do INEM, que foi igualmente exemplar. Com uma voz tranquila, humana e profissional, soube orientar o Rodrigo, acompanhá-lo minuto a minuto e garantir que não se sentia sozinho. Prometeu que ficaria com ele até à chegada das equipas — e cumpriu.
Este episódio mostra, uma vez mais, a importância vital do INEM. Uma instituição que, todos os dias, trabalha em prol de todos nós, salvando vidas, muitas vezes longe dos holofotes e do reconhecimento público. São homens e mulheres que fazem do serviço público uma verdadeira missão.
Rodrigo conseguiu descrever o local, indicar pontos de referência, referir os problemas de saúde da mãe e transmitir informação essencial às equipas médicas. Tudo isto com apenas nove anos.
Mais tarde, João dir-lhe-ia: “Amanhã podes dizer na escola que foste um herói.” E tinha toda a razão.
Este menino deu-nos uma verdadeira lição. Mostrou-nos que a coragem não tem idade. Que os valores se aprendem em casa. Que a empatia, o sentido de responsabilidade e o amor pela família fazem milagres.
Precisamos de mais Rodrigos.
Precisamos de mais Joões.
Precisamos de mais exemplos assim.
Um forte abraço ao pequeno grande herói, à sua família e a todos os profissionais do INEM que, todos os dias, cuidam de nós nos momentos mais difíceis.
Obrigado, Rodrigo.
Obrigado, João.
Portugal orgulha-se de vocês.
Obrigado pela cortesia e atenção dispensada.

Vera Neto __ Beauty & Nails



 

Vera Neto __ Beauty & Nails





Manuel Marques · FIXAÇÃO DO TERCEIRO VEREADOR NA CMN.


 A transferência é tão deplorável, tão vergonhosa da parte dos protagonistas, em que o que é VERDADE hoje, amanhã é mentira, a partir de ontem, não se pode dizer que não há dinheiro para ajudar os mais desfavorecidos, ou até mesmo as associações.

Por esta nomeação ser tão vergonhosa, quanto lamentável o CDS, não fará qualquer comunicado.
Com três, com quatro, com cinco ou até seis, acreditando, tenho mesmo a certeza que não passará de quatro, o CDS/PP, manterá a sua posição firme na defesa da legalidade e das populações.

Freguesia Santar Moreira · ⚠️ Aviso à População


Rua das Amoreiras – Moreira de Baixo

Na sequência da derrocada ocorrida na Rua das Amoreiras, em Moreira de Baixo, informa-se que, após visita técnica ao local por parte dos serviços competentes e da Proteção Civil Municipal, foi decidido manter a via totalmente encerrada, por falta de condições mínimas de segurança para circulação rodoviária e pedonal.
A avaliação efetuada confirmou a instabilidade do talude e o risco real de novos deslizamentos, colocando em perigo pessoas e bens.
A decisão de manter o corte foi tomada com base em critérios técnicos e de segurança, sob responsabilidade do Município e da Proteção Civil Municipal, entidades com competência direta na avaliação e validação das condições de reabertura da via.
A União de Freguesias de Santar apela à população para que respeite integralmente a interdição existente, não ultrapassando a sinalização colocada no local.
A segurança das pessoas é prioritária e não pode ser comprometida.
União de Freguesias de Santar e Moreira

Zé Pedro Andrade · Apesar de moribunda...

 


Município de Nelas · 𝐒𝐞𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐧𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟏𝟒 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨: 𝐁𝐞𝐚𝐭𝐫𝐢𝐳 𝐌𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞𝐬 𝐌𝐨𝐮𝐫𝐚


 Beatriz Marques Moura, natural de Nelas, estreia-se no universo literário com o seu primeiro livro de poesia, "Fotografa a minha Alma através da minha escrita", no próximo dia 14 de fevereiro, pelas 16h00.

Na escrita encontrou abrigo, identidade e voz, e decide agora partilhar essa parte de si com o mundo. A sua ligação à família é profunda: neles encontrou o apoio que a fez acreditar que o sonho era possível.
A não perder na Biblioteca Municipal António Lobo Antunes de Nelas!

Texto: Robson Razões, Vilar Seco


Vilar Seco (freguesia de Nelas),

Educação, Associativismo e Património histórico

-Tradição, cultura, fé e grandes nomes que marcaram a história local;

-Terra de gente ligada a educação, associativismo e património histórico;

- Forte tradição agrícola, vinícola e cultural;

Temos com orgulho obras preservadas do grande escritor Fortunato de Almeida (1869–1933), sacerdote, historiador e escritor. Autor da monumental História da Igreja em Portugal e História de Portugal  entre outras obras reconhecidas mundialmente.

Uma das maiores referências intelectuais ligadas à terra.

A educação em Vilar Seco sempre teve um papel central no desenvolvimento da comunidade.

Existência histórica de escola primária local, fundamental para alfabetização das gerações mais antigas.

Forte valorização da educação familiar e comunitária.

Durante décadas, a escola primária foi mais do que um espaço de aprendizagem, era ponto de encontro, convivência e crescimento social.

O associativismo é uma das maiores forças de Vilar Seco.

As associações recreativas e culturais, rancho folclórico, associação filarmônica, eventos tradicionais, festas populares, a preservação do folclore e costumes, a gastronomia e celebrações locais são referências e tradições na aldeia.

As associações mantêm viva a identidade da aldeia, promovendo cultura, solidariedade e integração entre gerações.

Vilar Seco preserva importantes elementos patrimoniais:

Igreja Matriz, centro espiritual e histórico da comunidade;

Casas antigas em granito, arquitetura típica beirã, capelas e cruzeiros tradicionais;

Referências locais como o Cristo Rei, símbolo de identidade e fé;

A arquitetura em pedra, as ruas tranquilas e a paisagem envolvente revelam uma aldeia com raízes profundas e identidade preservada.

Vilar Seco, é uma aldeia onde o passado é respeitado e o futuro construído com união.


Opinião de João Rijo Mendes

 


Sem querer fazer um texto longo e monótono, deixo a minha preocupação.

Frequentemente vou ás reuniões de câmara para me manter actualizado e saber das notícias acerca do concelho.
Lamentavelmente ao que assisto não é uma discussão de ideias nem preocupações dos munícipes, é lamentavelmente uma preocupação partidária em defesa dos poderes instalados, senão veja-se a presença de todo o aparelho do partido governante.
Dizem que os munícipes têm opção e direito a falar no final das reuniões, o que é certo é que o circo criado e ao tempo que levam a discutir o sexo dos anjos, levam a que as pessoas interessadas em falar e ver os problemas do concelho discutidos abandonam a reunião porque fartam-se das tretas e o rebater na mesma tecla.
Espero que no futuro haja coordenação e preparação das reuniões onde seja possível os munícipes falarem nos problemas que nos são comuns.

Recomendações da Ana Gomes

 


Robson Costa · Cristo-Rei de Vilar Seco (Nelas)

 


O Cristo-Rei de Vilar Seco, no concelho de Nelas, é um dos marcos religiosos e paisagísticos mais reconhecidos da região do Dão.

Implantado num ponto elevado, tornou-se símbolo de fé, proteção e identidade comunitária.
A sua origem e contexto histórico estão associadas a devoção ao Sagrado Coração de Jesus que intensificou-se em Portugal na primeira metade do século XX, especialmente após a consagração nacional a Cristo Rei (1959, Lisboa).
Em várias localidades, ergueram-se imagens e cruzeiros como ex-votos coletivos (agradecimento por graças alcançadas, proteção em tempos de crise ou fim de conflitos ).
Em Vilar Seco, a ideia de erguer o monumento surgiu no seio da comunidade local, tradicionalmente agrícola, associada ao agradecimento por colheitas e proteção contra adversidades, reforço da identidade religiosa da freguesia, criação de um ponto de referência espiritual e paisagístico.
Fundação e Construção
Processo típico (segundo memória local e práticas da época):
Ideia comunitária (lideranças paroquiais e habitantes).
Angariação de fundos (donativos, festas, contributos de emigrantes).
Encomenda da imagem a oficina/escultor especializado (muitas imagens eram produzidas em oficinas religiosas nacionais).
Execução do pedestal por pedreiros locais.
Bênção e inauguração com celebração religiosa e participação popular.
A criação foi, assim, obra coletiva, fruto da mobilização de famílias, agricultores e emigrantes.
“Antes de existir freguesia…
Antes de existir Vilar Seco…
Já existia terra.
Já existiam mãos.”
Texto:
Robson Razões, Vilar Seco
⚠️ Nota importante:
As informações públicas disponíveis são sobretudo de tradição oral e memória local. Para datas exatas (dia, mês e ano), autoria técnica e ata de deliberação, recomenda-se consulta ao Arquivo Paroquial de Vilar Seco e aos registos da Junta de Freguesia ou da Câmara Municipal de Nelas. Em breve, disponibilizarei pesquisas detalhadas.

𝐀 𝐝𝐞𝐜𝐢𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐟𝐢𝐱𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐕𝐞𝐫𝐞𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐈𝐥𝐢́𝐝𝐢𝐨 𝐋𝐨𝐮𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐦𝐞 𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐫𝐞𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐧𝐞𝐜𝐞𝐬𝐬𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐨𝐛𝐣𝐞𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐞 𝐢𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐨𝐫𝐧𝐚́𝐯𝐞𝐥: 𝐠𝐚𝐫𝐚𝐧𝐭𝐢𝐫 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐫𝐞𝐟𝐨𝐫𝐜̧𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐚𝐩𝐚𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐯𝐞𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝐞𝐱𝐞𝐜𝐮𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐞 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐧𝐝𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐬𝐨𝐥𝐯𝐞𝐫 𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐛𝐥𝐞𝐦𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐫𝐞𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨.

 


Após múltiplas tentativas de diálogo e construção de entendimentos, tornou-se evidente que a coligação negativa PS/CDS, sem ideias, sem propostas e sem rumo, tem como única estratégia o bloqueio sistemático da ação. Uma oposição que conta com dois ex-vice presidentes que estão habituados a criar instabilidade, quer seja no executivo quer seja na oposição.

𝗨𝗺𝗮 𝗽𝗼𝘀𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗿𝗲𝗷𝘂𝗱𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗶𝗿𝗲𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗼𝘀 𝗺𝘂𝗻𝗶́𝗰𝗶𝗽𝗲𝘀 𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗲𝘁𝗲 𝗼 𝗻𝗼𝗿𝗺𝗮𝗹 𝗳𝘂𝗻𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹, colocando também em causa processos e procedimentos fundamentais para garantir a sustentabilidade financeira de obras a decorrer do PRR, podendo ocorrer a devolução de mais de 12 Milhões de euros.

Neste contexto, assegurar uma maioria estável é um ato de responsabilidade. Causa, por isso, profunda estranheza o comunicado apresentado pelos vereadores do Partido Socialista, quando afirmam que esta decisão não acrescenta qualidade técnica e serve apenas para garantir uma maioria.
𝗧𝗮𝗹 𝗮𝗳𝗶𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲́ 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗵𝗶𝗽𝗼𝗰𝗿𝗶𝘀𝗶𝗮 𝘁𝗿𝗲𝗺𝗲𝗻𝗱𝗮, 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲𝘁𝘂𝗱𝗼 𝘃𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝘃𝗲𝗺.

𝗖𝗼𝗻𝘃𝗲́𝗺 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗿𝗱𝗮𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝗰𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝗮 𝗱𝗼 𝗣𝗮𝗿𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗦𝗼𝗰𝗶𝗮𝗹𝗶𝘀𝘁𝗮, enquanto Vice-Presidente da Câmara Municipal, dispunha na sua equipa de chefe de gabinete e adjuntos, estruturas que representaram um acréscimo significativo de despesa pública.
Mais grave ainda, esse período ficou marcado por um passado despesista e de fraco controlo financeiro,
𝗰𝘂𝗷𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗲𝗾𝘂𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗺 𝗮 𝗽𝗲𝘀𝗮𝗿 𝗻𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗮𝘂𝘁𝗮𝗿𝗾𝘂𝗶𝗮.

Hoje, o que está em causa não é a criação de lugares nem a distribuição de cargos, mas sim a necessidade de dotar o executivo de condições para trabalhar, decidir e executar.

𝗔𝗽𝗲𝗹𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗮𝗼 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗰𝗿𝗶́𝘁𝗶𝗰𝗼, 𝗮̀ 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗽𝗼𝗹𝗶́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗲 𝗮𝗼 𝗮𝗯𝗮𝗻𝗱𝗼𝗻𝗼 𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗽𝘂𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗳𝗮́𝗰𝗶𝗹.
O concelho não precisa de ruído. Precisa de estabilidade, não de bloqueios.

𝗢𝘀 𝗺𝘂𝗻𝗶́𝗰𝗶𝗽𝗲𝘀 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝗺 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗼, 𝘀𝗲𝗿𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼.
𝗘́ 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗮 𝗴𝗮𝗿𝗮𝗻𝘁𝗶𝗿.

Resultado das depressões que tem assolado o Concelho - 4

 





quarta-feira 11 2026

PS Concelhia de Nelas · *INFORMAÇÃO*


 A reunião de câmara que decorreu hoje foi mais um contributo para a descredibilização da atividade politica e para a proliferação dos populismos.

A fixação do vereador Ilidio Loureiro em regime de tempo inteiro não é uma necessidade “objetiva e incontornável”, mas uma opção política deste executivo que o povo julgará em devido tempo!
Invocar estabilidade não substitui a obrigação de provar ganhos reais de eficiência e mais-valia para o concelho.
Estabilidade constrói-se com diálogo e consensos, não com o reforço artificial de maiorias.
A oposição não é “bloqueio”: é fiscalização e responsabilidade democrática.
Questionar decisões faz parte do mandato que os munícipes nos confiaram.
O concelho precisa de estabilidade, sim!
Mas com rigor, transparência, respeito pelo debate democrático e sobretudo de ética!