Após múltiplas tentativas de diálogo e construção de entendimentos, tornou-se evidente que a coligação negativa PS/CDS, sem ideias, sem propostas e sem rumo, tem como única estratégia o bloqueio sistemático da ação. Uma oposição que conta com dois ex-vice presidentes que estão habituados a criar instabilidade, quer seja no executivo quer seja na oposição.𝗨𝗺𝗮 𝗽𝗼𝘀𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝗿𝗲𝗷𝘂𝗱𝗶𝗰𝗮 𝗱𝗶𝗿𝗲𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗼𝘀 𝗺𝘂𝗻𝗶́𝗰𝗶𝗽𝗲𝘀 𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗲𝘁𝗲 𝗼 𝗻𝗼𝗿𝗺𝗮𝗹 𝗳𝘂𝗻𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹, colocando também em causa processos e procedimentos fundamentais para garantir a sustentabilidade financeira de obras a decorrer do PRR, podendo ocorrer a devolução de mais de 12 Milhões de euros.
Neste contexto, assegurar uma maioria estável é um ato de responsabilidade. Causa, por isso, profunda estranheza o comunicado apresentado pelos vereadores do Partido Socialista, quando afirmam que esta decisão não acrescenta qualidade técnica e serve apenas para garantir uma maioria.
𝗧𝗮𝗹 𝗮𝗳𝗶𝗿𝗺𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗲́ 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗵𝗶𝗽𝗼𝗰𝗿𝗶𝘀𝗶𝗮 𝘁𝗿𝗲𝗺𝗲𝗻𝗱𝗮, 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲𝘁𝘂𝗱𝗼 𝘃𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗱𝗲 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝘃𝗲𝗺.
𝗖𝗼𝗻𝘃𝗲́𝗺 𝗿𝗲𝗰𝗼𝗿𝗱𝗮𝗿 𝗾𝘂𝗲 𝗮 𝗰𝗮𝗻𝗱𝗶𝗱𝗮𝘁𝗮 𝗱𝗼 𝗣𝗮𝗿𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗦𝗼𝗰𝗶𝗮𝗹𝗶𝘀𝘁𝗮, enquanto Vice-Presidente da Câmara Municipal, dispunha na sua equipa de chefe de gabinete e adjuntos, estruturas que representaram um acréscimo significativo de despesa pública.
Mais grave ainda, esse período ficou marcado por um passado despesista e de fraco controlo financeiro,
𝗰𝘂𝗷𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗲𝗾𝘂𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗺 𝗮 𝗽𝗲𝘀𝗮𝗿 𝗻𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗮𝘂𝘁𝗮𝗿𝗾𝘂𝗶𝗮.
Hoje, o que está em causa não é a criação de lugares nem a distribuição de cargos, mas sim a necessidade de dotar o executivo de condições para trabalhar, decidir e executar.
𝗔𝗽𝗲𝗹𝗮𝗺𝗼𝘀 𝗮𝗼 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗼 𝗰𝗿𝗶́𝘁𝗶𝗰𝗼, 𝗮̀ 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗽𝗼𝗹𝗶́𝘁𝗶𝗰𝗮 𝗲 𝗮𝗼 𝗮𝗯𝗮𝗻𝗱𝗼𝗻𝗼 𝗱𝗼 𝗽𝗼𝗽𝘂𝗹𝗶𝘀𝗺𝗼 𝗳𝗮́𝗰𝗶𝗹.
O concelho não precisa de ruído. Precisa de estabilidade, não de bloqueios.
𝗢𝘀 𝗺𝘂𝗻𝗶́𝗰𝗶𝗽𝗲𝘀 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮𝗺 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗼, 𝘀𝗲𝗿𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗿𝗼𝗺𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼.
𝗘́ 𝗶𝘀𝘀𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗶𝗻𝘂𝗮𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗮 𝗴𝗮𝗿𝗮𝗻𝘁𝗶𝗿.

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