Hoje celebra-se o chamado “Dia dos Namorados”.
Um dia bonito, sem dúvida.
Mas também, cada vez mais, um dia profundamente comercial.
Sempre entendi que o amor não se marca no calendário.
O amor vive-se.
No respeito.
Na presença.
Na paciência.
No cuidado diário.
Vivemos numa sociedade onde quase tudo se transforma em produto: sentimentos, gestos, datas, emoções. O afeto também entrou nessa lógica. Presentes, jantares, flores, campanhas, promoções. Tudo pensado para vender, muito mais do que para sentir.
Não há mal nisso.
São os tempos que vivemos.
E devemos respeitá-los.
Mas não podemos confundir consumo com amor.
O verdadeiro amor não precisa de embrulho.
Não precisa de publicidade.
Não precisa de um dia específico.
Precisa de verdade.
Precisa de escuta.
De atenção.
De companheirismo.
De estar presente nos dias bons… e sobretudo nos dias difíceis.
Amar é cuidar todos os dias.
É perguntar “estás bem?” sem motivo especial.
É estar ao lado quando ninguém vê.
É respeitar mesmo quando é difícil.
Isso não se compra.
Por isso, sim, feliz Dia dos Namorados.
Hoje.
Mas também amanhã.
E depois de amanhã.
E todos os dias.
Porque o amor verdadeiro não vive de datas.
Vive de atitudes.
Que nunca nos falte carinho, respeito, sensibilidade e humanidade.
Um dia abençoado, com muita saúde e felicidade.
Fiquem bem!
João Manuel Magalhães Rodrigues Fernandes

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