" As paixões têm uma expressividade própria: coramos de vergonha ou de
constrangimento, empalidecemos de medo ou de raiva, nos iluminamos de
felicidade ou aparentamos tristeza ou desânimo, e precisamos de um
considerável autocontrole para impedir que as paixões se mostrem
e apareçam. A única manifestação exterior do espírito é o alheamento,
uma óbvia desatenção em relação ao mundo que nos cerca,
algo de inteiramente negativo que nem sequer chega a sugerir
o que está de fato se passando internamente."
Hannah Arendt

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