O cardeal José Tolentino de Mendonça partilhou esta quinta-feira o Prémio Eduardo Lourenço, atribuído pelo Centro de Estudos Ibéricos (CEI), na Guarda, com os professores, uma "classe em crise", pelo seu "extraordinário contributo social e cultural".
"Diz-se que são uma classe em crise e que perdeu o prestígio social que lhe estava associada. São preocupantes, em muitas partes do mundo, os indicadores do desgaste, desmotivação e 'burnout' entre os professores", afirmou o também poeta e escritor, após receber o galardão na sessão solene dos 826 anos da fundação da Guarda.
Para Tolentino de Mendonça, o professor "não é uma profissão do passado, é uma missão indispensável ao futuro", porque é necessária a existência de "mestres e educadores, não só para encontrar respostas, mas para formular perguntas".
O Prémio Eduardo Lourenço surgiu em 2004 para homenagear o mentor e diretor honorífico do CEI, tendo galardoado desde então personalidades e instituições com intervenção relevante no âmbito da Cultura, Cidadania e Cooperação.


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